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Notícias publicadas no dia 09/03/2010 - Terça-feira

Curso de Vendas no Rio
(Código 510125207)
Funenseg  - 08/03/2010 - Segunda-feira
Estão abertas as inscrições para o curso Processo de Vendas Orientado pelo Cliente, no Rio de Janeiro. Elas podem ser feitas até 15 de março, segunda-feira, quando começam as aulas. O curso possibilita um eficaz desenvolvimento nas vendas, proporcionando um diferencial ao profissional desse segmento.

O objetivo do curso, que tem carga horária de 15h/ aula, é contextualizar o profissional como consultor de seguros, desenvolvendo as habilidades específicas para um processo de vendas orientado pelo cliente. Para participar é pré-requisito ter concluído o ensino médio.

O investimento é de R$ 200,00 e as inscrições devem ser feitas na secretaria da Escola, na Rua Senador Dantas, 74, térreo, Centro. Mais informações no link acima, pelo telefone 08000-25-3322 ou através do e-mail faleconosco@funenseg.org.br.                                                                                                    


Armando Vergilio anuncia criação de Comissão Especial
(Código 510125208)
Funenseg  - 09/03/2010 - Terça-feira
O superintendente da Susep, Armando Vergilio dos Santos, anunciou a criação da Comissão Especial Permanente, durante a I Conferência Interativa de Proteção do Consumidor de Seguros, realizada na última semana, no Rio de Janeiro. O objetivo da nova comissão é estudar, analisar, debater e propor ações e soluções de ordem técnica e jurídica, visando a melhoria e o aperfeiçoamento do ambiente e dos marcos regulatórios do setor.

A Comissão Especial Permanente será formada pelo colegiado da Susep e por representantes do mercado segurador. O grupo também avaliará medidas para o aprimoramento das melhores práticas de gestão e governança corporativa das empresas e entidades supervisionadas, visando o desenvolvimento e crescimento dos setores de seguros, previdência complementar aberta, capitalização e resseguros.

"Estamos diante de uma decisão histórica, porque esta comissão de alto nível terá, entre outras atribuições, o objetivo de elaborar as propostas para um crescimento planejado do mercado nos próximos anos", afirmou Vergilio durante o evento. A comissão funcionará por prazo indeterminado e pretende se reunir a cada dois meses ou extraordinariamente, se houver convocação.                                                                                                    


Obama investe contra aumentos na saúde
(Código 510125209)
O Globo  - 09/03/2010 - Terça-feira
Presidente critica subida de preços de planos antes de votação da reforma no Congresso

O presidente Barack Obama abriu guerra contra as empresas de planos de saúde que estão aumentando as mensalidades antes da votação da reforma pelo Congresso. Obama disse que as seguradoras devem dar uma "resposta direta" sobre os motivos de estarem "arbitrária e maciçamente" elevando seus preços. As críticas aos aumentos têm sido duramente repetidas nas famosas conversas com eleitores, que voltaram a ser organizadas em vários estados pela Casa Branca, a fim de fazer uma campanha para conquistar apoio e elevar a pressão sobre os parlamentares, sobretudo os democratas, que detêm a maioria nas duas casas. Obama e a secretária de Saúde, Kathleen Sebelius, já fizeram reuniões com executivos das quatro maiores seguradoras.

- As seguradoras não revelam quais os motivos de elevarem os preços, em muitos casos em até 60%, como aconteceu em Illinois. Elas só continuam a fazer isto porque não existe uma lei que impeça. Precisamos fazer algo? Se não for agora, quando vamos reagir? - disse Obama, diante de centenas de pessoas reunidas na Arcadia University, na Filadélfia.

Pesquisa: apenas 43% apoiam reforma da saúde Os executivos alegam, porém, que os acréscimos se devem ao aumento de custos, num momento em que mais pessoas estão deixando de pagar seguros de saúde por causa da crise econômica e do desemprego.

De acordo com pesquisa encomendada pela rede de TV ABC e pelo jornal "The Washington Post", apenas 43% dos americanos apoiam a reforma na saúde. Os números assustam deputados e senadores que estão em campanha por reeleição e podem fazer com que os democratas percam a maioria no Legislativo em novembro. A Casa Branca, no entanto, avalia que o custo eleitoral de deixar de cumprir a mais ambiciosa promessa de campanha de Obama é maior do que o risco mostrado pelas pesquisas e, por isto, está pressionando as lideranças no Congresso para que a reforma de saúde seja votada até o dia 18, quando ele parte em viagem pela Ásia.                                                                                                    


AIG vende unidade à MetLife por US$ 15,5 bi
(Código 510125211)
O Estado de S. Paulo  - 09/03/2010 - Terça-feira
Com duas grandes vendas de ativos, seguradora deve começar a devolver dinheiro dos contribuintes dos EUA

A American International Group (AIG) anunciou ontem a venda da divisão American Life Insurance Co. por US$ 15,5 bilhões para a MetLife. O acordo, a segunda mais importante venda de ativos da AIG nas duas últimas semanas, vai proporcionar mais recursos para pagar a dívida de bilhões de dólares com o governo dos EUA.

A aquisição confere à MetLife uma presença muito maior no Japão e nos mercados de grande crescimento da Europa, Oriente Médio e América Latina. A American Life Insurance, também conhecida como Alico, opera em mais de 50 países. Atualmente, a MetLife oferece serviços em 17 países.

A MetLife pagará US$ 6,8 bilhões em dinheiro pela Alico. O restante será pago em ações. A AIG ficará inicialmente com uma participação de 8% na MetLife, que chegará a 14% no início de 2011, depois que parte das ações preferenciais da MetLife se converter em ações ordinárias. A participação da AIG poderá chegar a 20%, quando a seguradora receber US$ 3 bilhões em pacotes de ações da companhia.

A operação permitirá que a AIG comece a pagar em breve o que deve aos contribuintes americanos. Em 31 de dezembro, o grupo devia ao Tesouro e ao Federal Reserve (Fed, banco central americano) de Nova York, cerca de US$ 130 bilhões. O pacote de salvamento da AIG foi de US$ 182,5 bilhões.

No dia 1º de março, a AIG concluiu a venda da seguradora do setor vida na Ásia, AIA Group, para a Prudential PLC da Grã-Bretanha por US$ 35,5 bilhões. As duas unidades, que oferecem produtos semelhantes, não operam nos mesmo mercados da Ásia.

"Raramente encontramos um negócio com uma estrutura estratégica tão forte", disse Robert Henrikson, CEO da MetLife. Segundo Henrikson, a MetLife está no mercado há cinco anos à procura de aquisições no âmbito nacional e no exterior. Ele começou os contatos com a finalidade de um possível acordo da Alico com a AIG em dezembro de 2008, três meses depois que o governo concedeu a ajuda, acrescentou.

A AIG e a MetLife estão sediadas em Nova York. Robert H. Benmosche, ex-diretor da MetLife, tornou-se CEO da AIG em agosto. Ele não participou das discussões sobre o acordo, disse Henrikson. Todas as conversações foram orientadas por um comitê especial da AIG.

Embora o acordo com a Alico seja bom para a MetLife, não deixa de apresentar certo risco, afirmou o analista sênior do Aite Group, Clark Troy. "O Japão é uma sociedade em que o número de idosos está crescendo e a MetLife poderá enfrentar dificuldades para aumentar o faturamento", afirmou Troy. "Entretanto, a MetLife dispõe dos meios e da experiência para fazer o acordo funcionar, porque trabalhará com uma de suas franquias mais fortes". A MetLife tem atualmente no Japão uma divisão com anuidades variáveis.

Os negócios internacionais da MetLife cresceram significativamente em 2005, quando a companhia adquiriu a maior parte das divisões internacionais de seguro do Citigroup, acrescentando à sua carteira o Japão, Austrália e Reino Unido. Antes disso, a MetLife já operava na Coreia do Sul, Chile e México, onde é a maior seguradora do setor vida.                                                                                                    


América Latina torna-se região mais atraente para expansão de multinacionais de seguro
(Código 510125212)
Viver Seguro Online  - 09/03/2010 - Terça-feira
A indústria de seguros da América Latina figura como uma das mais potenciais do mundo dentro do contexto internacional dos grandes grupos seguradores, que buscam expandir suas operações em mercados que apresentam boas condições macroeconômicas. "E este com certeza é o caso do Brasil, que tem o maior mercado de seguros da região", diz Mercedes Sanz, uma das responsáveis pela elaboração da oitava edição do estudo "El mercado asegurador latinoamericano", produzido pela Fundación Mapfre e lançado ontem no Brasil.

O crescimento sólido do Brasil tem ajudado a aumentar a participação da indústria de seguros da região em relação às vendas mundiais. "Graças aos indicadores sólidos, os países da América Latina enfrentaram a crise financeira mundial sem tantos percalços", comenta a executiva da Fundación Mapfre, que esteve em São Paulo ontem e segue para divulgar o estudo no Rio de Janeiro nesta semana.

Segundo o estudo, a América Latina registrou crescimento nominal das vendas de seguros de 11% em 2008, para 69 bilhões. "Apesar do índice ter ficado abaixo dos 11,6% registrado no ano anterior, é um resultado bastante positivo diante da crise financeira que iniciou em setembro de 2008 e que abalou a economia mundial", diz. Em 2009, a tendência de alta nas vendas permaneceu. No primeiro semestre de 2009, os mercados de seguros da América Latina registraram crescimento médio nominal de 7,3%, para 35,7 bilhões de euros. Apenas Chile e El Salvador reportaram vendas menores, aponta o estudo. O maior incremento foi na área de Seguros Gerais (No Life), com evolução de 13%, com o segmento Vida (Life) recuando 2,5% na região, como consequência do menor ingresso de recursos em seguros de vida e planos de previdência na Argentina, Chile, México e Porto Rico. "Também é preciso citar dois acordos importantes fechados em 2009 e que terão efeito na nova configuração da indústria de seguros local a partir de 2010", diz Mercedes.

O Itaú Unibanco comunicou associação com a Porto Seguro para a venda de seguro de carro e de casa, e o Banco do Brasil e a Mapfre anunciaram uma aliança estratégica para desenvolver as operações de seguros gerais. As perspectivas para 2010 são ainda melhores, principalmente pelo Brasil ter sido escolhido como anfitrião de dois importantes eventos esportivos mundiais: a Copa Mundial em 2014 e os Jogos Olímpicos em 2016. "Estes dois eventos vão atrair muitos investimentos, potencializando ainda mais o crescimento da indústria de seguros na região", comentou Bento Zanzini, vice-presidente da Mapfre. Segundo ele, os resultados do primeiro bimestre deste ano já mostram uma forte tendência de crescimento da indústria para 2010.                                                                                                    


Planos de saúde perdem a maioria dos casos na Justiça
(Código 510125213)
DCI - Comércio Indústria de Serviços  - 09/03/2010 - Terça-feira
Pelo décimo ano consecutivo, o pódio de reclamações do Idec ficou com os planos de saúde; escritório registra aumento da demanda em 2009

Por dez anos consecutivos, o setor de planos de saúde lidera o ranking do Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec) como sendo o mais questionado, responsável por 22,38% das solicitações no órgão, do total de 12.606 atendimentos oferecidos em 2009. A demanda no Idec reflete, por sua vez, o movimento nos tribunais.

De acordo com dados do Vilhena Silva Advogados, banca especializada em Direito na Saúde, houve aumento de 25% do número de processos distribuídos em 2009 em comparação ao ano anterior. Dentre as 443 ações movidas, o êxito da obtenção de liminares em favor dos consumidores e sentenças favoráveis foi de quase 90%.

"Mais da metade dos casos envolve a recusa dos planos de saúde a cobrir tratamentos com quimioterapia, radioterapia e outros medicamentos, como os importados, além de questões que envolvem reembolso de despesas e reajuste abusivo das mensalidades", explica Renata Vilhena Silva, sócia do escritório. De acordo com a advogada, 2009 foi marcado, entre outros, pelos processos em que o consumidor questiona o método utilizado pelas empresas de seguro-saúde para calcular o reembolso de despesas, geralmente baseado em tabela e moeda próprias. "Nos contratos, as seguradoras não expõem de forma esclarecedora como são realizados esses cálculos. Nessas situações, a jurisprudência enaltece a necessidade de se prestar a devida informação ao consumidor. E ressalta ainda que a diferença entre o valor gasto e o valor recebido pelo segurado promove grave desequilíbrio contratual. Embora seja uma discussão recente, tem sido extremamente positivo o saldo de decisões favoráveis", conta Renata Vilhena.

O Idec também enfatiza o problema de reajuste de contratos como uma das maiores reclamações feitas por consumidores, além de problemas de cobertura de planos. "Desde a criação do Idec, há mais de 20 anos, foram movidas cerca de 35 ações contra planos de saúde. A maioria delas envolvia aumentos abusivos e questões de carência", afirmou Juliana Ferreira, advogada do órgão que defende o consumidor.

A especialista contou ao DCI que, apesar de o setor estar há uma década no topo da lista das mais reclamadas, o Idec não tem perspectiva de novas ações contra empresas do segmento. Ao menos, por enquanto. "Sempre recomendamos que o consumidor tente resolver seus problemas com a empresa de outra forma, fora da via judicial, por meio de debates e audiências públicas, entre outros. O importante é tentar evitar os tribunais, acioná-los só em último caso", recomenda a advogada, salientando a recorrente demora das decisões nos tribunais brasileiros.

No topo

Depois do topo no ranking do Idec com cadeira cativa para o setor de planos de saúde, o segundo assunto mais reclamado, como em 2008, foi a área de telecomunicações.

A terceira posição ficou com o setor financeiro. Até 2007, a segunda e terceira colocações no ranking de atendimentos estavam invertidas, com os bancos à frente do setor de telefonia. O setor de produtos ficou na quarta posição das reclamações dos associados em 2009.

A Avimed foi a grande vilã do segmento ligado a saúde: sua falência resultou em grandes transtornos.

"A questão que envolveu a quebra dessa empresa movimentou o setor", salientou Juliana Ferreira, representante do Idec, que salientou: "Apesar de não termos nenhuma ação em andamento neste momento, ainda há muita reclamação de quebra de empresas, principalmente no Estado de São Paulo".

Na análise do Idec, esses problemas seriam menores caso a atuação do órgão federal - a Agência Nacional de Saúde (ANS) fosse mais voltada às necessidades do consumidor.

Segundo advogados especializados em direito na Saúde, houve aumento de 25% no número de processos contra planos de saúde distribuídos no ano passado.                                                                                                    


Seguro de imóveis fica mais barato
(Código 510125214)
Correio Braziliense  - 08/03/2010 - Segunda-feira
O segmento do seguro habitacional está em festa. Acompanhando a evolução do crédito para a casa própria, o setor prevê crescimento de pelo menos 15% neste ano. E o que é melhor: parte dessa expansão vai ser ocupada pelas empresas de médio e pequeno portes e o beneficiado será o mutuário que, com a concorrência, tende a pagar menos pelo produto. Quem faz essa avaliação é o economista e presidente da Excelsior Seguros, Mucio Novaes, também presidente do Sindicato das Seguradoras do Norte e Nordeste (Sindiseg)."A grande expansão do crédito leva o segmento junto", explicou. Mas não é só isso.

De acordo com Novaes, a decisão tomada pelo governo no final do ano passado, de obrigar os agentes financeiros a oferecerem uma seguradora independente ao mutuário que vai fazer o financiamento da casa própria, abriu as portas para o setor. Até então, embora o mutuário pudesse bater o pé e exigir fazer o seguro habitacional, que é obrigatório, com outra seguradora que não a do próprio conglomerado, isso raramente acontecia. Agora, a situação é outra. Além de ter de pronto duas opções, o mutuário ainda pode levar uma terceira. O aumento da competitividade, segundo Novaes, não vai beneficiar apenas o setor, mas os próprios adquirentes de imóveis financiados.

Desconhecimento

"No futuro próximo, as taxas cobradas dos mutuários vão baixar", garante. O seguro habitacional na fase de financiamento cobre, além dos danos físicos ao imóvel, a morte do mutuário, o que significa que o imóvel fica sem ônus para os familiares. "Em caso de morte do comprador, o imóvel é quitado pela seguradora", disse Novaes. Essa é também a explicação para o seguro residencial ser mais caro durante o financiamento do imóvel. Já quando se trata do seguro apenas para a cobertura de danos físicos, provocados por incêndio ou desastre natural, o preço fica mais em conta.

Na avaliação de Novaes, para uma casa avaliada em, por exemplo, R$ 100 mil, o custo do seguro habitacional gira em torno de R$ 100 ao ano. "É bem mais barato do que um seguro de carro, mas as pessoas não sabem disso", disse. É o desconhecimento, segundo Novaes, que faz com que essa cobertura - danos físicos ao imóvel já quitado - seja baixa no Brasil. Enquanto nos Estados Unidos mais de 90% das residências são seguradas, no Brasil os imóveis que possuem o seguro residencial não chega a 10%.

Pelos dados do Sindicato das Seguradoras do Norte e Nordeste, já no ano passado, o setor obteve crescimento real de 8%, mesmo com o baixo crescimento da economia. A própria Excelsior que, em 2003, faturou R$ 32 milhões, fechou 2009 com R$ 120 milhões de receitas operacionais, um crescimento de 275% em seis anos. Segundo a Caixa Econômica Federal, o empréstimo para a casa própria alcançou, em 2009, R$ 47,05 bilhões. Para este ano o orçamento inicial da Caixa é de R$ 50 bilhões.

Coberturas previstas nos contratos

De natureza pessoal (durante o financiamento)

- Morte do segurado qualquer que seja a causa, por acidente ou doença,desde que ocorrido o acidente, ou adquirida a doença que determinou a morte, após a assinatura do contrato de financiamento.
- Invalidez total e permanente do segurado, desde que ocorrido o acidente ou adquirida a doença que determinou a incapacidade profissional ou laborativa após a assinatura do contrato de financiamento.

De natureza material (durante o financiamento, podendo também ser contratada após a quitação do imóvel)

- Incêndio;
- Explosão;
- Desmoronamento total;
- Desmoronamento parcial, assim entendido a destruição ou desabamento de paredes, vigas, ou outro elemento estrutural;
- Ameaça de desmoronamento;
- Destelhamento causado por fortes ventos e/ou quebra de telhas causada por granizo;
- Inundação causada pelo transbordamento de rios ou canais;
- Alagamento provocado por fortes chuvas ou ruptura de canalizações não pertencentes ao imóvel segurado. Com exceção dos riscos de incêndio e explosão, a cobertura de danos materiais somente se aplica aos riscos decorrentes de causa externa,excluídos, portanto, os danos causados ao imóvel por erros de projeto ou de construção e má conservação.                                                                                                    


RSA Seguros encerra 2009 com crescimento de 10% no Brasil
(Código 510125215)
Investimentos e Notícias  - 08/03/2010 - Segunda-feira
A RSA Seguros anunciou nesta segunda-feira os resultados financeiros correspondentes a 2009. Seguindo a rota de crescimento no Brasil nos últimos anos, a companhia apresentou números favoráveis.

Diante de em um cenário econômico atípico e desafiante, a empresa demonstrou solidez e encerrou o último ano com R$ 332 milhões de prêmios emitidos e R$ 268 milhões de prêmios retidos, 10% acima do registrado no ano anterior. O resultado operacional totalizou R$ 11 milhões, o lucro ficou em R$ 6,4 milhões e a sinistralidade caiu para 46%, dois pontos abaixo do ano anterior e inferior à média do mercado.

"Apresentamos, mais uma vez, um desempenho rentável e sustentável. Esses resultados demonstram o impacto positivo da nossa gestão financeira e operacional diferenciada, da elevada qualidade dos nossos serviços, aliado a uma estratégia de crescimento e investimento de baixo risco", afirmou o presidente da RSA Seguros, Thomas Batt.

Esse crescimento significativo é resultado da boa performance das carteiras de Engenharia (35%) e Auto Frotas (30%). Em Transportes, segmento bastante afetado pela crise, mesmo com um desempenho negativo do mercado de quase 10%, a RSA Seguros conseguiu crescer e fechar o exercício com resultado positivo, com prêmios retidos da ordem de R$ 120 milhões. A companhia é a segunda maior do mercado brasileiro em seguros de Transportes Internacional (Importação e Exportação) e líder de mercado com inovações e processos operacionais.

Como parte da estratégia de crescimento no Brasil, a área de Afinidade focou investimentos em tecnologia, operações e sinistros, garantindo a concretização de parcerias com importantes empresas nos segmentos de varejo e utilities. A RSA Seguros pretende se tornar uma das lideres desse segmento nos próximos anos.

"Mesmo com o cenário econômico desafiador em 2009, conseguimos seguir o curso da nossa estratégia de crescimento para o Brasil, primando sempre pela excelência na prestação de serviço", concluiu Batt.

O Grupo RSA também divulgou o balanço consolidado de suas operações no mundo. A empresa teve prêmios de £6,7 bilhões, 4% acima do registrado no ano anterior, e lucro antes de impostos de £554 milhões. O índice combinado da companhia no período ficou em 94,6%, praticamente estável e dentro da meta estabelecida (95%).                                                                                                    


Comissão ouve autor do projeto sobre setor de seguros
(Código 510125216)
Agência Câmara  - 09/03/2010 - Terça-feira
A comissão especial temporária criada para examinar e dar parecer sobre projetos que envolvam matéria de competência de mais de três comissões de mérito. Em vez de tramitar pelas comissões temáticas, o projeto é analisado apenas pela comissão especial. Se aprovado nessa comissão, segue para o Senado, para o Plenário ou para sanção presidencial, dependendo da tramitação do projeto. criada para analisar o Projeto de Lei 3555/04, sobre normas de contratos de seguro privado, realiza audiência pública nesta terça-feira (9) com a presença do autor da proposta, deputado José Eduardo Cardozo (PT-SP).

Segundo Cardozo, o objetivo da proposta é atualizar a legislação sobre seguros e reuni-la em uma lei específica, como ocorre na maioria dos países. Com as novas regras, ele espera um incremento do setor, que responde atualmente por 2% do Produto Interno Bruto (PIB - Indicador que mede a produção total de bens e serviços finais de um país, levando em conta três grupos principais: - agropecuária, formado por agricultura extrativa vegetal e pecuária; - indústria, que engloba áreas extrativa mineral, de transformação, serviços industriais de utilidade pública e construção civil; e - serviços, que incluem comércio, transporte, comunicação, serviços da administração pública e outros. A partir de uma comparação entre a produção de um ano e do anterior, encontra-se a variação anual do PIB.). A média mundial é de 6%, mas pode chegar a 30% em alguns países.

"O projeto não tolhe a atividade das seguradoras, impondo-lhes obrigações iníquas ou bloqueando o desenvolvimento de novos produtos, nem busca referendar condutas condenáveis por parte de segurados, quando merecedoras de sanção", afirma Cardozo.

A reunião está marcada para 14h30, no plenário 7.                                                                                                    


SulAmérica Investimentos diversifica portfólio
(Código 510125217)
Monitor Mercantil  - 08/03/2010 - Segunda-feira
A SulAmérica Investimentos, unidade de negócios especializada em gestão de recursos de terceiros do grupo SulAmérica, ampliou seu portfólio de fundos de investimentos com o fundo SulAmérica Dividendos FI, cujo diferencial é a possibilidade de aumento da rentabilidade através do pagamento de dividendos e menor volatilidade. "O objetivo do fundo é oferecer as boas rentabilidades do mercado de ações, porém com um risco diluído, uma vez que as empresas que pagam bons dividendos oferecem menor risco nas fases de fortes oscilações de mercado", comenta o vice-presidente da SulAmérica Investimentos, Marcelo Mello, acrescentando que os dividendos funcionam como um colchão de rentabilidade, pois reduzem perdas das eventuais oscilações dos preços dos papéis. Segundo ele, o investidor institucional (como fundações, institutos de previdência e fundos de pensão) pode ser um dos principais clientes deste fundo.                                                                                                    

Zurich expande rede e foca nos massificados
(Código 510125218)
Monitor Mercantil  - 08/03/2010 - Segunda-feira
A Zurich está aumentando sua rede de distribuição de produtos e serviços com o Centro de Atendimento ao Corretor, os ZACs (Zurich Atendimento ao Corretor), que tem como objetivo expandir a produção da seguradora na área de massificados, especialmente Automóvel, Patrimonial e Vida, e também atender os corretores mais rapidamente. A Zurich reforçou sua atuação nessa área com a aquisição da Companhia Minas Brasil e da Minas Brasil Vida e Previdência, em 2008. De acordo com o CEO da seguradora, Pedro Purm, a Zurich considera o Brasil o mercado mais promissor da América Latina, e com a aquisição da Minas Brasil, a operação de varejo ficou consolidada. "Agora, com a inauguração dos Centros de Atendimento ao Corretor, que se somam as nossas 30 filiais espalhadas pelo país, queremos aumentar nossa capilaridade, abrangência geográfica e maximizar a distribuição de nossos produtos", disse. A expectativa da seguradora é aumentar seu volume de negócios em 15% já em 2010. Nesta segunda-feira (8), serão inauguradas seis unidades; as demais serão abertas até o dia 22. A lista completa com os endereços e telefones dos ZACs pode ser obtida no site www.zurichminasbrasil.com.br.                                                                                                    

Faturamento da Seguros Unimed cresce mais de 22%
(Código 510125219)
Monitor Mercantil  - 08/03/2010 - Segunda-feira
A crise financeira mundial não conseguiu frear o crescimento da Seguros Unimed. No acumulado do ano, a empresa representante dos negócios da Unimed Seguradora e sua controlada, a Unimed Seguros Saúde, registrou crescimento de 22,23% em seu faturamento consolidado. No total, foram mais de R$ 662 milhões em prêmios emitidos, ante R$ 542 milhões no ano anterior.

Individualmente, o saldo das duas empresas também foi positivo. No ramo de saúde o crescimento foi superior a 27%, mais de R$ 446 milhões. Já o ramo cresceu mais de 13%, superando os R$ 227 milhões. No período, o lucro líquido consolidado das empresas registrou 1,72% de crescimento, soma de R$ 37,976 milhões. Mais expressivo foi o lucro líquido individual da Unimed Seguradora (15,98%), que atingiu os R$ 28,095 milhões. Afetado pela alta sinistralidade, decorrente do aumento do rol de procedimentos obrigatórios, o lucro líquido da Seguros Saúde caiu 24,64%, para R$ 9,881 milhões, em comparação aos R$ 13,111 milhões de 2008. "Manter e até crescer o lucro, em um ano marcado por uma crise financeira mundial e também por novas resoluções normativas da ANS, que aumentaram, e muito, o rol de procedimentos cobertos, demonstra que estamos trilhando o caminho certo", comentou o presidente da companhia, Dalmo Claro de Oliveira.                                                                                                    


Partner Re estima pagar até US$ 320 milhões para indenizações no Chile
(Código 510125221)
Viver Seguro Online  - 09/03/2010 - Terça-feira
A PartnerRe estima que pagará algo entre US$ 220 milhões e US$ 320 milhões em indenizações no Chile dentro de um perda total da indústria de seguros estimada em até US$ 10 bilhões. Já para a tempestade Xynthia na Europa, com perdas seguradas avaliadas entre US$ 2 bilhões e US$ 4 bilhões, a Partner Re prevê pagar indenizações entre US$ 40 milhões e US$ 70 milhões. O grupo informou, em nota, que estas são apenas estimativas iniciais e que podem sofrer ajustes. Para a Associação de Seguradoras Chilenas, as perdas seguradas devem somar US$ 2,5 bilhões, valor bem abaixo dos US$ 8 bilhões projetados pelas empresas especializadas em estimar perdas com catástrofes.                                                                                                    

Deliberações da canadense Fairfax são aprovadas pela Susep
(Código 510125222)
Viver Seguro Online  - 09/03/2010 - Terça-feira
A Fairfax Brazil Participações S.A recebeu sinal verde da Susep para as principais deliberações aprovadas pelos acionistas da seguradora, a começar da mudança da denominação social (agora Fairfax Brazil Seguros Corporativos S.A) e autorização para operar com seguros de danos e de pessoas em todo o território nacional.

Na mesma portaria, publicada na edição de hoje do Diário Oficial da União, a Susep informa que o capital social de seguradora é de R$ 44.340.294,00, dividido em 44.340.294 ações ordinárias, nominativas, sem valor nominal. Em relação ao controle acionário da Fairfax, este está a cargo da Fairfax Financial Holdings Limited, grupo canadense.                                                                                                    


Banestes Seguros celebra aniversário e resultados positivos
(Código 510125224)
Viver Seguro Online  - 09/03/2010 - Terça-feira
A Banestes Seguros, que completa nesta segunda-feira 39 anos de mercado, exibe bons resultados colhidos em 2009. Empresa do Sistema Financeiro Banestes (SFB), a seguradora lucrou R$ 13,3 milhões no ano passado, avanço de 77% em relação ao obtido em 2008, quando registrou R$ 7,5 milhões. No que diz respeito ao resultado operacional, que abrange o desempenho das operações de seguro, a seguradora obteve em 2009 R$ 16,4 milhões, incremento de 81,6% em relação ao exercício de 2008. Seu Patrimônio Líquido (PL) fechou 2009 em R$ 68,6 milhões, representando um crescimento de 16,2%. A rentabilidade patrimonial foi de 22,5%. "Os bons resultados da Banestes Seguros em 2009 foram alcançados, principalmente, pela redução da sinistralidade e pelo crescimento dos prêmios ganhos. A empresa também se manteve atenta à gestão de seus custos e das despesas administrativas. No exercício de 2009, esses itens representaram o índice de 11,6% em relação aos prêmios ganhos, contra 12,4% em 2008", afirma o diretor-presidente da empresa, José Carlos Lyrio Rocha.                                                                                                    

Flávio Bauer retorna à ACE e assume vice-presidência para AL de Contas Multinacionais
(Código 510125226)
Viver Seguro Online  - 08/03/2010 - Segunda-feira
Para atender integralmente às necessidades de grandes clientes em contas globais, ao redor do mundo, uma rede de executivos da ACE está sendo estruturada para tais operações. Nesse sentido, a companhia recontratou Flávio Bauer, nomeado vice-presidente para América Latina de Contas Multinacionais . Bauer tem mais de 30 anos de experiência na indústria de seguros, incluindo o seu papel mais recente como presidente da Citibank Corretora de Seguros no Brasil. Ele já havia ocupado anteriormente os cargos de vice-presidente/COO e presidente/CEO da ACE no Brasil, entre 2000 e 2005. "Flavio está trazendo uma grande oportunidade de desenvolvimento na América Latina. Ele conhece bem a empresa, nossas unidades de negócios e nossas capacidades. Ele será fundamental para nosso trabalho de posicionar a ACE na liderança do mercado segurador latino-americano", afirma Jorge Luis Cazar, presidente & CEO da ACE América Latina.                                                                                                    

No Chile, 2.200 pontes serão reconstruídas
(Código 510125210)
O Globo  - 09/03/2010 - Terça-feira
Piñera orça US$ 1,2 bi para reparar cidades

As reconstruções e o trabalho de reparação das cidades chilenas atingidas pelo terremoto do dia 27 custarão pelo menos US$ 1,2 bilhão ao governo de Sebastián Piñera, informou ontem o ministro de Obras Públicas, Sergio Bitar. O investimento, no entanto, não inclui edifícios públicos, portos comerciais, nem obras pagas por seguradoras.

O prejuízo aos cofres públicos levará em conta a demolição e reconstrução de 2.200 pontes nas regiões afetadas.

Outros 20 viadutos serão submetidos a pequenas e médias reparações. Nove dias após o terremoto, o Chile tinha ontem quase 100% de ligação terrestre, aérea e marítima, com exceção de Talcahuano.

Segundo o governo, a ajuda chegará a todas as cidades afetadas esta semana.

Segundo Bitar, ainda há 1.200 distritos que precisam de atenção especial. Desses, 95% têm problemas relativamente simples - rachaduras nas estradas, danificações nas margens e danos à pesca - que podem ser reparados em três meses.

- Os outros 5% são obras médias que exigem reparações maiores relacionadas às pontes - afirmou o ministro, acrescentando que a conclusão dos 5% levará três anos.

O Estádio Nacional, em Santiago, também foi danificado pelo terremoto. A entrega de algumas obras da reforma estava prevista para abril, mas será atrasada em três meses, já que o trabalho terá de ser refeito.

- Os danos são em uma camada da parte superior, no entorno do estádio, e em uma marquise - explicou o ministro.

Ontem, o governo advertiu que o frio e as primeiras chuvas no sul do país poderão agravar a situação crítica de milhares de pessoas que ficaram desabrigadas.

O aumento de doenças nas regiões devastadas é outro motivo de preocupação.

Autoridades sanitárias iniciaram uma campanha de vacinação contra a hepatite, calculando um total de 80 mil doses, informou Ministério da Saúde.                                                                                                    


Mapfre ganha prêmio Top RH
(Código 510125220)
Monitor Mercantil  - 08/03/2010 - Segunda-feira
A Mapfre Seguros ganhou o prêmio Top RH da Associação dos Dirigentes de Vendas e Marketing do Brasil (ADVB), título concedido às empresas que conseguiram melhora em sua qualidade e aumento de sua competitividade através do seu quadro de colaboradores, utilizando adequadamente suas estratégias e estilo de gestão. O case vencedor foi o "Endomarketing: a Consolidação de uma Estratégia", lançado com o objetivo de contribuir para o crescimento empresarial. A premiação ocorre na próxima terça-feira (9), em São Paulo. No mesmo dia, haverá seminário temático onde as empresas vencedoras relatarão seus casos de sucesso, com palestra especial do Secretário de Emprego e Relações do Trabalho do Governo do Estado de São Paulo, Guilherme Afif Domingos.                                                                                                    

Capemisa Seguradora faz tributo a mulheres brasileiras
(Código 510125223)
Viver Seguro Online  - 08/03/2010 - Segunda-feira
Mais de 14 mil mulheres marcharam nas ruas de Nova Iorque reivindicando melhores condições de trabalho e o direito ao voto. Caminhavam com o slogan "Pão e Rosas", em que o pão simbolizava a estabilidade econômica, e as rosas, uma melhor qualidade de vida. A Capemisa Seguradora de Vida e Previdência aproveita a data para fazer um tributo, por meio da mídia impressa, a todas as mulheres do Brasil, representadas por suas quatrocentas colaboradoras que, neste dia, estarão sendo homenageadas pela empresa. Esse ato é um reconhecimento a tudo que as mulheres representam: inspiração, felicidade, amor, proteção e segurança.                                                                                                    

Vacinação contra nova gripe começa nesta segunda em todo o Brasil
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Globo.com  - 08/03/2010 - Segunda-feira
Começa nesta segunda-feira (8) a primeira etapa da campanha nacional de vacinação contra o vírus influenza A (H1N1). Até o dia 19 de março, profissionais da saúde e povos indígenas que vivem em aldeias serão imunizados contra a nova gripe.

O Ministério da saúde estima que, nesta primeira fase, 1,9 milhão de trabalhadores de serviços de saúde e 566 mil índios sejam vacinados. A vacinação será gratuita e dividida em cinco etapas, conforme o público-alvo.

O calendário é o mesmo em todo o Brasil, e os locais e horários de vacinação serão definidos pelas secretarias de saúde de cada estado. Para ser vacinado é necessário pertencer a algum grupo indicado pelo ministério. É preciso levar ao posto de vacinação o RG e a carteirinha de vacinação. O medicamento é contra-indicado a quem tem alergia a ovo.

Calendário:

8 a 19 de março - Profissionais da Saúde - Médicos, enfermeiros, recepcionistas, pessoal de limpeza e segurança, motoristas de ambulância, equipes de laboratório e profissionais que atuam na investigação epidemiológica.

8 a 19 de março - Povos indígenas - População que vive em aldeias. A vacinação será realizada em parceria com a Funasa (Fundação Nacional de Saúde).

22 de março a 2 de abril - Gestantes - Mulheres grávidas em qualquer período de gestação. As mulheres que engravidarem depois de 2 de abril podem tomar a vacina até 21 de maio.

22 de março a 2 de abril - Pessoas com problemas crônicos com até 60 anos de idade - Serão vacinadas as pessoas com os seguintes problemas:
- Obesidade grau 3 - antiga obesidade mórbida (crianças; adolescentes e adultos);
- Doenças respiratórias crônicas desde a infância (exemplos: fibrose cística, displasia broncopulmonar);
- Asmáticos (formas graves);
- Doença pulmonar obstrutiva crônica e outras doenças crônicas com insuficiência respiratória;
- Doença neuromuscular com comprometimento da função respiratória (exemplo: distrofia neuromuscular);
- Imunodeprimidos (exemplos: pacientes em tratamento para aids e câncer ou portadores de doenças que debilitam o sistema imunológico);
- Diabetes mellitus;
- Doença hepática (exemplos: atresia biliar, cirrose, hepatite crônica com alteração da função hepática e/ou terapêutica antiviral);
- Doença renal (exemplo: insuficiência renal crônica, principalmente em pacientes com diálise);
- Doença hematológica (hemoglobinopatias);
- Pacientes menores de 18 anos com terapêutica contínua com salicilatos (exemplos: doença reumática auto-imune, doença de Kawasaki);
- Portadores da Síndrome Clínica de Insuficiência Cardíaca;
- Portadores de cardiopatia estrutural com repercussão clínica e/ou hemodinâmica (exemplos: hipertensão arterial pulmonar, valvulopatias, cardiopatia isquêmica com disfunção ventricular).

22 de março a 2 de abril - Crianças entre seis meses e dois anos de idade incompletos (23 meses). Elas devem receber meia dose da vacina e, depois de 21 dias, poderão tomar a outra meia dose.

5 a 23 de abril - População de 20 a 29 anos - Qualquer pessoa nessa faixa etária.

24 de abril a 7 de maio - Idosos com problemas crônicos (mais de 60 anos de idade). *Os mesmos problemas citados nos pacientes até 60 anos.

10 a 21 de maio - População de 30 a 39 anos - Qualquer pessoa nessa faixa etária.