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Notícias publicadas no dia 10/04/2007 - Terça-feira
RC da ACE cresce 42% em 2006 (Código 510113145) Seguros via internet - 09/04/2007 - Segunda-feira Em 2006, a área de Responsabilidade Civil (RC) da ACE apresentou um crescimento de 42% em prêmio emitido em relação a 2005. O resultado é muito expressivo, já que o segmento expandiu apenas 4% no período. "Isso é fruto da estratégia que dividiu o departamento em três frentes de atuação: Riscos Corporativos, Middle e Nichos Específicos", explica o Superintendente de RC, Robert Hufnagel. "Também focamos em corretores fora do eixo Rio-São Paulo". Para 2007, a meta é crescer 25% em prêmio retido, mantendo a ênfase na lucratividade.
Cada uma das três divisões criadas contou com suas próprias estratégias e planos de ação. "Todas deram certo", comemora Robert. Outra conquista foi a maior autonomia de subscrição dada para algumas filiais da ACE. A área também conta com programas mundiais, com colocação de risco no exterior e retenção de uma taxa para o Brasil.
Em 2006, a área foi considerada a melhor carteira de RC da ACE em toda a América Latina. O destaque foi feito em um evento da companhia na cidade do México, no último mês de janeiro. Na ocasião, os produtos do Brasil voltados ao entretenimento foram citados como uma referência para as demais unidades da América Latina e Europa.
A carteira de RC da ACE prevê lançamento de mais produtos voltados a Middle Market e nichos específicos em parceira com corretores. O crescimento também conta com a expansão geográfica, principalmente no norte do país e em Minas Gerais.
O lugar do "Corretor de Seguros" (Código 510113146) Rádio Jornal Seguro Amanhã - 10/04/2007 - Terça-feira Começa no próximo dia 17, terça-feira, o ciclo de palestras "Terça Expressa 2007", projeto organizado pela estação multimídia Espaço Seguro - RTJSA e pela Revista Cobertura, que será transmitida pelo canal 06 da Net-Rio. A primeira edição do evento terá como tema "Seguro de Automóvel e Serviços Agregados". O mestre de cerimônia será Dorival de Sousa (Sincor-DF), os palestrantes confirmados são Alon Lederman (Ituran) e Carlos Alexandre (Sul América-ING), o mediador do evento será o diretor do Consórcio Cevera, Júlio Avelar: "nesses encontros, profissionais do mercado, principalmente o corretor de seguros, poderão atualizar seus conhecimentos para poder enfrentar ainda mais preparados e qualificados a concorrência", afirma o idealizador do projeto, Jota Garcia.
O projeto conta com o patrocínio da Chubb Seguros, apoio de Ituran, Jopema e Funenseg, e tem ainda o apoio institucional do CVG-RJ, AIDA, SINCOR-RJ, ANSP e FENACOR.
O investimento é de R$ 20,00 (vinte reais) + 1 kg de alimento näo perecível. Os donativos serão entregues na Casa de Jacira de Apoio à Criança (Tijuca).
Acesse www.rtjsa.jor.br - clique no banner "Terça Expressa 2007" e siga as instruções.
Clube das Luluzinhas cancela evento (Código 510113147) Seguros via internet - 10/04/2007 - Terça-feira A pedido da palestrante, o Clube das Luluzinhas cancelou o evento que seria realizado nesta terça-feira, no Rio de Janeiro. O encontro, patrocinado pela Bradesco Seguros e Previdência, reuniria as 100 profissionais do mercado de seguros e resseguros do Rio de Janeiro com características de formadoras de opinião. A palestrante seria a editora de Defesa do Consumidor do jornal O Globo, Nadja Sampaio.
Palestra (Código 510113148) Rádio Jornal Seguro Amanhã - 10/04/2007 - Terça-feira O executivo Acacio Queiroz, Presidente & CEO da Chubb Seguros, apresentou na última quarta-feira, 04 de abril, a palestra "A Nova Face da Liderança", a convite da Funenseg, realizadora e organizadora do evento, com participação da APTS, ANSP, CVG, Sindseg SP. A apresentação aconteceu no Hotel Novotel Jaraguá, em São Paulo e contou com a presença de mais de 250 pessoas.
A palestra teve como principal objetivo mostrar as diferenças entre a liderança exercida no passado e a liderança atual. De acordo com o CEO da Chubb "além da ética, transparência, consistência, entre outros valores, a atual liderança exige prontidão para apoiar a equipe sempre, agregando valores de longo prazo para o desenvolvimento profissional e da própria empresa, obtendo, assim, resultados de curto e médio prazos para os acionistas", afirmou.
Filmes didáticos,cases reais de liderança, pesquisas e menção dos principais valores da liderança de ontem e de hoje enriqueceram a apresentação do executivo e apoiaram a demonstração dos efeitos e resultados na equipe quando uma empresa se alicerça em uma liderança moderna.
Acacio Queiroz é economista, pós-graduado em Finanças e com especialização em negócios pela Flórida Internacional University. Tem uma reconhecida carreira de mais de 30 anos no mercado segurador, tanto no Brasil, como no exterior. Seu talento como líder e gestor lhe rendeu participação na Conferência Latino-Americana Great Place to Work®, evento de uma das mais conceituadas empresas na área de Recursos Humanos Internacional. No ano passado, levou seus conceitos de liderança e motivação a diversos públicos, de associações, a universidades e congressos, em todas as partes do país.
Aumento do capital da Icatu Hartford (Código 510113149) Seguros via internet - 10/04/2007 - Terça-feira A Susep homologou, através da Portaria 659/07, as deliberações aprovadas pelos acionistas da Icatu Hartford, incluindo o aumento do capital social da seguradora de R$ 27,3 milhões para R$ 150,4 milhões e a criação do Comitê de Auditoria.
Receita cresceu 11,8% até fevereiro (Código 510113150) Seguros via internet - 10/04/2007 - Terça-feira Dados da Susep indicam que o mercado faturou R$ 8,9 bilhões no primeiro bimestre, sem contar o ramo saúde, que está sob a jurisdição da ANS, Agência Nacional de Saúde Suplementar. Esse valor é 11,8% maior que o apurado nos dois primeiros meses do ano passado.
Ainda de acordo com a Susep, entre os dois períodos comparados, a sinistralidade média do mercado caiu de 58% para 53%. A soma dos sinistros retidos chegou a R$ 2,6 bilhões no primeiro bimestre do atual exercício, apenas 2,9% a mais do que no acumulado em janeiro e fevereiro de 2006.
As despesas de comercialização - que sinalizam os valores destinados ao pagamento das comissões de corretagem - atingiram o patamar de R$ 1,06 bilhão até fevereiro, com incremento de 20,4%.
SindsegSC: nova diretoria toma posse (Código 510113151) Fenaseg On Line - 10/04/2007 - Terça-feira Tomou posse no último dia 02 de abril, no Tabajara Tênis Clube, em Blumenau, nova diretoria do Sindicato das Empresas de Seguros Privados, de Resseguros, de Previdência Complementar e de Capitalização no Estado de Santa Catarina (SindsegSC), que cumprirá mandato 2007 - 2010.
Na opinião do presidente reeleito, Paulo Lückmann, "uma nova eleição foi necessária para que o sindicato se alinhasse ao Projeto Confederação que, juntamente com as quatro novas Federações, aumentará a representatividade do mercado segurador".
O presidente também destacou que a nova realidade representa um aumento de responsabilidade para a diretoria empossada pois vai exigir seu empenho em busca de soluções e contribuições específicas para cada um dos quatro segmentos representados. "Vamos continuar dedicando o máximo de nossos esforços para bem representar o setor de seguros, seja em nosso Estado, junto às Federações ou à Confederação".
Dentre os convidados estavam Robert Bittar (presidente da Escola Nacional de Seguros - Funenseg), Moacir Abba (representando o Sindicato das Seguradoras do PR), Júlio César Rosa (representando o Sindicato das Seguradoras do RS); Odair Roeders (presidente do Sincor/SC); Rosiler dos Santos (presidente da ACTS); Cláudio Simão (vice-presidente da Fenacor); e Marizeli Boldo, coordenadora da Funenseg em SC.
Plano Padronizado para seguro de Transportes (Código 510113152) Fenaseg On Line - 10/04/2007 - Terça-feira A Comissão Técnica de Transportes realizou uma análise comparativa entre a Circular Susep nº 337/2007, que trata do plano padronizado para o seguro de transportes, e a Circular Susep nº 178/2001, que versava sobre o mesmo tema, e que foi revogada.
O objetivo do estudo foi destacar as modificações introduzidas no novo normativo editado este ano e que entrará em vigor a partir de 1º de julho de 2007, e dessa forma, subsidiar o mercado segurador na adequação de seus produtos às novas regras.
O normativo editado pela Susep contemplou várias sugestões do mercado, simplificando e tornando mais clara a redação do clausulado do plano padronizado para o seguro de transportes. A análise comparativa feita pelos técnicos apontou para a diminuição do número de coberturas básicas de 32 para 23. As coberturas especiais passaram de 24 para 17 e as coberturas adicionais passaram de 19 para 20.
Dentre as modificações está a que tornou facultativa ao segurado a contratação ou não da cobertura adicional de frete, e também a possibilidade de contratar com a chamada cobertura básica "B", a cobertura de Roubo. O estudo já foi encaminhado ao mercado pela Circular Fenseg 002/2007.
MS só tem 16% de sua frota de veículos segurada (Código 510113153) Seguros via internet - 10/04/2007 - Terça-feira Somente 16% da frota de veículos de Mato Grosso do Sul estão segurados, segundo dados da Fenaseg (Federação Nacional das Empresas se Seguros Privados e de Capitalização). Os últimos dados da entidade, referentes a 2005, apontam que de 568.510 veículos (entre todas as categorias) que circulavam no Estado, somente 91.291 estavam segurados.
Na média nacional, cerca de 30% dos veículos têm seguro. O Sudeste concentra o maior número de veículos segurados. O diretor-executivo do Sindicato das Seguradoras do Paraná e de Mato Grosso do Sul, Ramiro Fernandes Dias, acredita que falta que o condutor dos veículos tenha consciência da relação de custo e benefício do seguro.
Segundo ele, há 30 mil veículos de passeio segurados em Mato Grosso do Sul e no primeiro semestre do ano passado 10% destes haviam se envolvido em acidentes. Somando incêndios, roubos e socorros prestados pela seguradora, foram 3,8 mil sinistros no período.
"Falta efetivamente a gente ampliar um pouco a cultura de seguro em Mato Grosso do Sul. Outro ponto é saber se idade e a qualidade da frota permite que ela seja segurada", diz Ramiro. Segundo ele, veículos de até 15 anos apresentam viabilidade de contratar seguro, pelo menos para cobrir danos causados a terceiros.
Embora o índice de furtos e roubos ser muito menor que em grandes centros em Mato Grosso do Sul, há uma preocupação com as fronteiras com Paraguai e Bolívia, onde ocorre ação de arrastadores. Em municípios de fronteira, o valor do seguro chega a ser de 15% a 20% mais caro. Para coibir a ação destes criminosos, a Fenaseg implantou câmeras em pontos estratégicos nas duas fronteiras e por satélite elas avisam a PRF (Polícia Rodoviária Federal) se há veículos com registro de furto ou roubo passando por elas, diz Ramiro.
Quanto ao preço do seguro, segundo ele, são vários componentes e não mais um percentual determinado sobre o valor do bem. "Depende do veículo, da região, do ano, do modelo, da região onde circula, forma de utilização e o perfil do condutor", afirma. Os bônus, conquistados anualmente por aqueles que não acionam o seguro, chegam a dar desconto de até 40%, dependendo da seguradora.
Funenseg oferece cursos sobre Riscos, Finanças e Controles Internos no Rio em Curitiba (Código 510113154) Fenaseg On Line - 09/04/2007 - Segunda-feira A Escola Nacional de Seguros abriu inscrições para três cursos no Rio de Janeiro e um em Curitiba, nos níveis de qualificação e certificação técnica. No Rio a opção é o curso Finanças para Executivos não Financeiros. As aulas abordam os principais conceitos de análise financeira com foco em empresas de seguros. As matrículas devem ser feitas até 23 de abril, por R$ 405,00.
Em maio começa Gestão de Riscos Financeiros, que ensina noções de estatística, definição e classificação de riscos e seu gerenciamento, além de estudos de casos. Para participar é necessário estar cursando ou ter nível superior completo. O investimento é de R$ 420,00 e os interessados têm até o dia 4 de maio para se inscrever.
Ainda no Rio é oferecido o curso Controles Internos, que faz parte do Programa de Certificação Técnica, com inscrições abertas até 4 de maio. Outras informações podem ser obtidas através do 0800-253322 ou faleconosco@funenseg.org.br.
No Paraná, Gerenciamento de Riscos - Fundamentação, Conceituação e Relacionamento no Transporte de Cargas deverá discutir o processo e o sistema de gerenciamento de riscos das principais cadeias de produção ligadas ao transportes de cargas. O valor é de R$ 400,00 e as matrículas vão até 27 de abril.
Informações pelo telefone (41) 3264-9614 ou e-mail nucleopr@funenseg.org.br.
Coface deverá indicar presidente da SBCE (Código 510113155) Gazeta Mercantil - Denise Bueno - 10/04/2007 - Terça-feira A Seguradora Brasileira de Crédito à Exportação (SBCE) está sem presidente há mais de um mês com a saída de Nelson Higino, que havia sido indicado pelo Banco do Brasil e foi substituído interinamente por Marcelo Franco. O novo presidente deverá ser nomeado quando a Coface, a maior seguradora de crédito à exportação do mundo e acionista da SBCE, conseguir comprar participações de alguns de seus sócios e se tornar majoritária.
Parece uma mudança rotineira, mas mostra que o seguro de crédito à exportação no Brasil passa por uma grande mudança. Até dois anos atrás, apenas a SBCE atuava no segmento, que hoje conta com os cinco principais concorrentes internacionais: Mapfre, Seguradora de Crédito Brasil (Secreb), Crédito y Caución, Euler Hermes e Coface. São sócios da SBCE pesos pesados como Banco do Brasil, Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Bradesco, Unibanco, SulAmérica e Minas Brasil, além da Coface.
Fundada em 1997, a SBCE não deslanchou. Considerando-se ela e as duas que já operam, como Secreb e Euler, o mercado de crédito à exportação movimentou menos de R$ 30 milhões em 2006, sem considerar os riscos de crédito acima de dois anos, que são garantidos pelo governo numa apólice gerenciada pelo IRB Brasil Re, que tem a SBCE como única prestadora de serviço.
Segundo executivos do setor, que pediram anonimato em razão das negociações serem sigilosas, um dos problemas que travou o crescimento da SBCE foi uma suposta interferência política de acionistas, que exigiam a manutenção do limite de crédito ao cliente, mesmo com a inadimplência do importador. Isso fez com que o índice combinado da SBCE superasse 120% em um período. "Não se pode tirar de uma seguradora de crédito o monitoramento do risco", disse um dos executivos entrevistado.
Outras justificativas para o fraco desenvolvimento do seguro de crédito à exportação, num País que estima exportações de US$ 152 bilhões para este ano, é, segundo as seguradoras, a falta de cultura do empresário em comprar seguro de crédito, e, segundo os empresários, o custo do seguro ser mais elevado que outras opções financeiras.
Na tentativa de desenvolver o mercado, alguns passos foram dados neste mês por dois dos acionistas da SBCE. O Banco do Brasil fechou um programa de seguro com a concorrente Secreb para oferecer a seus clientes mais uma opção para contratação de seguro de crédito à exportação. A nova apólice serve como garantia em operações de Adiantamento sobre Cambiais Entregues (ACE). No mesmo modelo, o BNDES também finalizou o projeto que prevê algumas cláusulas específicas no contrato de seguro de crédito à exportação que tem o banco como beneficiário da apólice em caso de não pagamento do importador à empresa exportadora tomadora de financiamento. Segundo a assessoria de imprensa do BNDES, foi um longo projeto com a Secreb e que este mesmo estudo está sendo conduzido junto à SBCE, ainda sem data para ser concluído.
Outra mudança será a renovação da prestação de serviços de contratos de longo prazo. Acredita-se que o IRB fará licitação para renovar o contrato e até lá as cinco seguradoras atuantes no mercado já estarão aptas a concorrer. A Mapfre prevê iniciar suas operações neste mês, após ter tido a autorização da Susep em dezembro. A Crédito y Caución já iniciou sua atuação. Em 2006, SBCE registrou prêmios de R$ 11,5 milhões; Secreb de R$ 9,9 milhões e Euler, R$ 4 milhões.
Resseguro: Seminário "A Arte de Elaborar o Contrato" atrai mais de 200 pessoas no Rio (Código 510113156) Fenaseg On Line - 10/04/2007 - Terça-feira Começa nesta quarta-feira, dia 11, e termina no dia 13 de abril, no Rio de Janeiro, o "Seminário Internacional de Resseguro - A Arte de Elaborar o Contrato". Promovido em parceria pela Escola Nacional de Seguros - Funenseg e pela Fenaseg o evento é um dos mais concorridos deste primeiro semestre, tendo ultrapassado a marca de 200 inscritos. No encontro serão debatidas questões como a estruturação do programa de resseguro, cláusulas comuns aos contratos de resseguro, follow the fortunes, cobertura para obrigações extracontratuais e para excesso ao limite da apólice, documentação contratual, e Contract Certainty.
O seminário acontecerá no Hotel Iberostar, antigo Le Meridien, em Copacabana e deverá reunir representantes de seguradoras, resseguradoras, corretoras, escritórios de advocacia, consumidores de seguros, dentre outros. A abertura do evento, marcada para 8h30, será realizada por Renato Campos Martins Filho, diretor executivo da Funenseg, e Maria Elena Bidino, diretora de Ramos Elementares e Resseguro da Fenaseg.
Os organizadores do encontro aconselham, no entanto, que, por ser um evento com caráter eminentemente técnico, é desejável que os participantes tenham razoável conhecimento sobre seguro e resseguro.
Passo fundamental - Depois da tão esperada abertura do Resseguro, que levou cerca de 10 anos para acontecer, o momento agora é de ação e investir em especialização técnica é um passo fundamental para quem deseja atuar bem nesta nova fase que se abre ao mercado. Por isso, mesmo antes da regulamentação da Lei Complementar nº 126, Funenseg e Fenaseg se reúnem com objetivo principal de apoiar o setor, oferecendo conhecimentos técnicos sobre as operações de resseguro. "Com a abertura do mercado, a hora é de investir em treinamento", aconselha a diretora da Fenaseg, Maria Elena Bidino.
A preocupação é oportuna. A abertura cria um novo cenário para o mercado segurador brasileiro. Estudo feito pelo consultor Lauro Faria, intitulado "Abertura do Resseguro e Impacto sobre o Mercado de Seguros", mostra que, com o resseguro aberto, os preços podem cair, poderão surgir novos produtos, e os consumidores deverão ter mais acesso a serviços colaterais, além de uma previsão de investimentos de aproximadamente US$ 5 bilhões no mercado nacional.
O estudo foi apresentado durante o Seminário Internacional de Resseguro, promovido também em parceria pela Funenseg e Fenaseg, em novembro do ano passado no Rio e em São Paulo. Entre os ramos que poderão se beneficiar bastante com a abertura estão os que demandam mais resseguro, entre eles: incêndio, engenharia, riscos de petróleo, rural. O seguro de Responsabilidade Civil é outro que deverá crescer e expandir suas opções.
A programação completa do "Seminário Internacional de Resseguro - A Arte de Elaborar o Contrato" está na parte de Eventos do site da Fenaseg.
Cyber risk: Susep regulariza seguro para transações online de empresas (Código 510113158) segs.com.br - Equipe InfoMoney - 10/04/2007 - Terça-feira A Superintendência de Seguros Privados (Susep) regulamentou um novo tipo de seguro, no Brasil, que oferece cobertura destinada a empresas que lidam com transações online, de olho nos cyber risks (riscos eletrônicos).
O seguro, que já existe nos Estados Unidos e na Europa , cobre perdas causadas pela ação de hackers que por exemplo, adulteram o conteúdo de um site, interrompem o oferecimento de serviços de compra e venda pela internet ou que invadem PCs, obtendo informações sigilosas, como senhas de banco e outras.
Apólices
Segundo o sócio da Chalfin, Goldberg & V ainboim Advogados Associados, o advogado Ilan Goldberg, que atua no mercado de seguro e desenvolveu estudo sobre apólices para ações online, a regulamentação da cobertura deve transformar o mercado de negócios na rede.
"O custo dos processos provocados pela ação de hackers é muito maior que o prêmio pago pela apólice, que irá ressarcir os clientes prejudicados".
Mudança no perfil não isenta seguradora de indenizar (Código 510113159) Seguros via internet - 10/04/2007 - Terça-feira Ainda que haja mudança no perfil de motorista do veículo segurado, a empresa deve pagar a indenização. O entendimento é da 1ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, que condenou a empresa Porto Seguro Companhia de Seguros Gerais a pagar R$ 18,2 mil a um beneficiário de seguro.
Segundo o relator do processo, desembargador José Tadeu Cury, na apólice não constava que o veículo não podia ser dirigido por terceiros. Para ele, o uso casual do veículo por outra pessoa que não o segurado não implica quebra de contrato.
"Examinando a cláusula contratual de perfil sob a égide das normas de proteção ao consumidor, não vislumbro a apontada ofensa ao artigo 1.460 do Código Civil, conforme sustentado pela apelante, na medida em que não há indicação de exclusividade e seria ilógico que a contratante, ora apelada, não pudesse permitir que motorista habilitado utilizasse o veículo", afirmou.
A empresa alegou que o consumidor mentiu quando disse quem seria o principal motorista do veículo. De acordo com o artigo 766 do Código Civil, a seguradora teria que comprovar a má-fé do segurado para negar o pagamento da indenização.
Cai o faturamento do seguro 14,4% no ramo de veículos (Código 510113160) Centro de Qualificação do Corretor de Seguros - CQCS - 10/04/2007 - Terça-feira As seguradoras faturaram R$ 1,5 bilhão na carteira de automóveis (sem contar o seguro de RC facultativo) no primeiro bimestre. Segundo a Susep, esse valor é 14,4% menor que a receita apurada nos dois primeiros meses do ano passado.
As despesas de comercialização, que sinalizam os valores destinados ao pagamento das comissões de corretagem, atingiram o patamar de R$ 331,1 milhões até fevereiro, com incremento de 9,5%.
A autarquia apurou ainda que, entre os dois períodos comparados, a sinistralidade média do mercado, naquela carteira, subiu de 63% para 65%.
Os sinistros retidos atingiram o patamar de R$ 1,06 bilhão no primeiro bimestre deste ano, o que representou um incremento de 6,1% em comparação ao montante acumulado em janeiro e fevereiro do exercício passado.
Golpe do seguro desvia R$ 1,5 bilhão em um ano (Código 510113161) Centro de Qualificação do Corretor de Seguros - CQCS - 10/04/2007 - Terça-feira O conhecido "golpe do seguro" gerou R$ 1,5 bilhão em perdas às empresas em 2005. A estimativa é da Fenaseg (Federação Nacional das Empresas de Seguro Privado e de Capitalização), que começou a fazer levantamentos sobre o tema há pouco tempo - o que explica a falta de dados de 2006, por enquanto. "Implantamos no ano passado o Sistema de Quantificação de Fraudes", explicou o gerente da Diretoria de Proteção ao Seguro da entidade, Mario Viola. Os dados estimam que 11,6% dos sinistros (indenizações) pagos há dois anos corresponderam a fraudes. No entanto, desses, apenas 1,6% (o que representa R$ 200 milhões) foi efetivamente comprovado.
Ao consumidor, Viola explicou que não é possível quantificar essa perda diretamente no bolso do consumidor, mas afirmou que gastos desse tipo têm influência direta sobre o preço do seguro."Cada seguradora tem um índice diferente de fraudes, assim como o peso delas, variando conforme o ramo e outros detalhes, no valor do prêmio (preço da apólice). Mas posso garantir que a sociedade perde diretamente", afirmou, detalhando que a primeira delas seria com o preço do produto maior, o que afasta consumidores da adesão e, por conseqüência, prejudica investimentos .
Maior incidência
Viola afirmou ainda que não existem dados regionalizados sobre golpes dos sinistros. "Ainda estamos levantando essas informações", explicou. Por outro lado, adiantou que, como a Região Sudeste é a que possui maior número de pessoas protegidas por uma apólice - seja do ramo de veículos, imobiliário, de vida etc - com seguridade há o maior volume de pagamentos irregulares. Nessa localidade, o destaque vai para os estados do Rio de Janeiro e São Paulo. "Mas em proporção ainda não sabemos ao certo", esclareceu.
Penalidades
O gerente da Fenaseg afirmou ainda que as penalidades contra fraudadores são muito "brandas", o que não possibilita uma maior inibição do crime. "O Código Penal estipula como penalidade reclusão de um a cinco anos e pagamento de multa", disse. No entanto, a efetivação de uma prisão por esse fator tem chances nulas de ocorrer. "Se o réu for primário ele fica um tempo comparecendo em cartório para mostrar que está no Estado, e nada mais", disse.
Por esse motivo, Viola explicou que empresas representantes do segmento buscam sensibilizar a Justiça para modificar as penalidades. "As seguradoras estão ampliando a fiscalização para essa fraude, mas quem comete o faz porque sabe que dificilmente pagará por isso", finalizou.