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Notícias publicadas no dia 13/06/2006 - Terça-feira
IRB penaliza consórcio vencedor (Código 510108324) Gazeta Mercantil - Denise Bueno - 13/06/2006 - Terça-feira O IRB Brasil Re concluiu na última sexta-feira a colocação do contrato de navios, segundo informou Vandro Ferraz da Cruz, diretor técnico da resseguradora, e Fabio Basilone, executivo da Cooper Gay, corretora de resseguros que venceu a licitação para a colocação do contrato no mercado internacional, juntamente com a AON Re. O valor a maior a ser pago pelo IRB no contrato ficou em US$ 183 mil, segundo disse Cruz. No entanto, informou, o valor final do contrato ficou acima dos 2,4% que o IRB irá pagar a mais. "A diferença correrá por conta do consórcio vencedor e é interpretada por nós como uma penalização pelo não cumprimento do preço apresentado", disse Cruz.
O valor pelo contrato dos operadores portuários, de US$ 800 mil, está incluído no preço apresentado pelo consórcio vencedor. Segundo os dois executivos, tal aumento se deu em razão de ter sido incluído, no meio da negociação com o mercado internacional, um aumento de 20% para 30% da participação do IRB no contrato da Petrobras. "Essa foi uma das razões que fez com que o IRB pagasse um valor acima dos US$ 7,383 milhões, o menor preço apresentado na licitação pelo consórcio AON e Cooper Gay", informou Cruz.
Segundo Basilone, quando o consórcio apresentou a proposta, colocou um valor de comissão normal, sem desconto, para poder tirar desse campo, se fosse necessário, qualquer diferença entre o valor cotado e o finalmente obtido no mercado internacional. Ambos não revelaram o valor final que será arcado pelo consórcio. "Mas está dentro do que prevíamos no desconto da nossa comissão", disse Basilone.
Segundo Cruz, mesmo considerando-se os US$ 183 mil que o IRB pagará a mais pelo contrato, o preço final do consórcio AON/Cooper Gay ficou abaixo dos US$ 7,7 milhões apresentados pelo consórcio JTL e distante do terceiro colocado, liderado pela Guy Carpeters, com US$ 9 milhões em prêmio depósito garantia, afirmou Cruz. Fontes do setor ainda contestam as informações do IRB. "Em 15 dias o contrato final estará circulando no mercado internacional e comprovará o que realmente foi negociado", disse um dos envolvidos.
Petrobras tem redução de 11% em contrato (Código 510108325) Gazeta Mercantil - Denise Bueno - 13/06/2006 - Terça-feira A Petrobras conseguiu redução de 11% na negociação do contrato de seguro, o maior do Brasil. Para um valor em risco de US$ 43,2 bilhões, a petrolífera pagará US$ 34,5 milhões na apólice de petróleo, incêndio e risco operacional, o maior entre os quatro negociados. No ano passado, o prêmio ficou em US$ 29,4 milhões para segurar ativos de US$ 32,7 bilhões. "Aumentamos em 32% o valor dos ativos segurados, enquanto o prêmio teve reajuste de 17%. Em relação ao prêmio pago por dólar segurado, o valor do contrato deste ano teve uma redução de 11% ", explicou Jorge Nahas, gerente executivo de planejamento financeiro da Petrobras. O preço ofertado pelo IRB Brasil Re, único ressegurador autorizado a operar no Brasil, às quatro seguradoras participantes da concorrência, foi de US$ 33,264 milhões para este contrato.
A Unibanco-AIG deu o maior desconto, de US$ 1,043 milhão. A diferença ao valor pago se refere aos 7% de IOF. Bradesco, SulAmérica e Itaú, que detinha a apólice anterior, deram um desconto menor para fazer a emissão da apólice, uma vez que a legislação brasileira exige que a emissão do contrato seja feita por uma seguradora local. Um contrato deste porte é praticamente negociado pela Petrobras e pela corretora, no caso a Willis. "As seguradoras locais ficam com menos de 1% do risco", explicou Luis Otávio Parente de Mello, gerente de seguros.
O seguro de transporte nacional e internacional, com importância segurada de US$ 84,2 bilhões, ficou com prêmio de US$ 4,7 milhões, também vencido pela Unibanco-AIG, substituindo a Bradesco que havia vencido no ano anterior.
Segundo os executivos da Petrobras, houve redução de 20% em relação ao contrato anterior. A apólice de responsabilidade civil terá uma segunda rodada de negociações. Neste primeiro momento, a Petrobras contratou importância segurados de US$ 200 milhões para on shore, off shore e navios, pela qual irá pagar US$ 3,2 milhões. Em 2005, a Petrobras fez um seguro de US$ 250 milhões para on shore e marine e de US$ 350 para o off shore, pelo custo de US$ 3,7 milhões. Segundo os executivos, a redução do preço foi consequência de quatro razões: estratégia de colocação conjunta do seguro local e internacional; utilizar apenas um corretor: a baixa sinistralidade, com nenhum sinistro acima dos US$ 20 milhões da franquia em 2005; e o bom trabalho de gerenciamento de risco da Petrobras. "Atendemos quase todas as reinvidicações dos resseguradores", disse Nahas. A Unibanco venceu com um desconto de US$ 82 mil sobre o preço do IRB de US$ 3,045 milhões.
Instalação de rastreador não substitui o seguro do carro (Código 510108311) O Estado de S. Paulo - 13/06/2006 - Terça-feira O rastreador, equipamento que facilita a recuperação de caminhões e cargas roubados, está chegando aos demais veículos como apelo para a venda. A novidade seduz compradores pela idéia de que pode substituir eventualmente o seguro. Mas o raciocínio, além de equivocado, pode custar caro. O equipamento pode facilitar a localização, mas, se for desligado, o veículo correrá o risco de não ser encontrado. E tampouco a empresa responsável pelo monitoramento estará obrigada a fazer o ressarcimento. A questão poderá ser discutível se ocorrer falha no equipamento.
"Há falta de entendimento dos consumidores sobre o que é o serviço de rastreamento. Nos contratos que vi não há garantia de que o veículo será localizado. O objeto do contrato é rastrear, isso não quer dizer que a empresa irá localizar o veículo. Os contratos estabelecem o que juridicamente se define como obrigação de meio e não de fim", esclarece Daniela Ricci, advogada de direito do consumidor do escritório Leite, Tosto e Barros Advogados Associados.
Márcia Christina Oliveira, técnica do Procon-SP, comenta que o serviço de monitoramento é apenas um facilitador. "Os contratos costumam deixar claro que não se trata de seguro. Há um grande problema de entendimento", reforça.
Se houver interesse em instalar o equipamento - até porque barateia o seguro - a dica é questionar as garantias em caso de falha do rastreador e como a empresa consegue diferenciar uma possível falha do desligamento feito por terceiros. Nem é preciso dizer que tudo deve estar especificado no contrato.
"O retorno deve ser bem avaliado. Acredito que há vantagens para grandes cargas, em que até o tipo de contrato é diferente, há garantias. Para o consumidor comum ainda não vi garantia de eficácia do serviço. Como se sabe que houve falha no equipamento ou foi desligado? Há questões vagas", opina Márcia, do Procon-SP.
Leoncio Arruda, presidente do Sincor-SP (sindicato dos corretores de seguros), diz que o equipamento pode ser mais interessante para quem tem veículo com mais de dez anos, pois nesses casos o valor do seguro é proporcionalmente mais caro.
Byron Soares comprou uma saveiro em abril. "Um dos motivos foi o fato de o rastreador vir instalado pelo fabricante", conta. O veículo foi furtado dia 7 de maio por volta de 18h30. "Liguei na empresa de rastreamento, a Crown Telecom. Eles se limitaram a dizer que às 18h56 os ladrões desconectaram a antena e não haveria nada a fazer. Significa que há falhas no sistema. Ainda bem que fiz o seguro".
José Eduardo Tavolieri de Oliveira, vice-presidente da Comissão de Defesa do Consumidor da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), avaliou o contrato e diz que a cláusula que trata da limitação do serviço é clara. O presidente da Crown Telecom, José Antônio Pereira Júnior, comenta que, quando recebeu a ligação do cliente, seus dados ainda não constavam no banco de dados da empresa, o que levou à demora para checar o histórico do rastreamento. Ainda de acordo com o executivo, os aparelhos são testados via monitoramento todos os dias e, em caso de falhas, as características são percebidas e o cliente é convocado para a troca.
A Volkswagen aponta a ocorrência de erro isolado por parte do vendedor da concessionária, que não ativou o sistema no momento da compra. A fabricante alerta os clientes para que se certifiquem sobre o sistema ativado.
Aon na Copa do Mundo (Código 510108312) Seguros via internet - Jorge Clapp - 13/06/2006 - Terça-feira A Aon Brasil criou uma campanha de incentivo especial, a "Copa Aon Brasil 2006", para 210 profissionais de diversas áreas, que foram divididos em 21 equipes. A meta é melhorar a produtividade da empresa e aumentar o número de visitas por 'equipe'. Segundo o diretor de Marketing da Aon, Marcus Vinícius Freire, as equipes têm três formas de pontuação: valor do negócio fechado; número de negócios fechados e total de visitas realizadas a clientes. A equipe que fizer a maior pontuação será a vencedora do mês. A premiação para cada um dos integrantes será uma camiseta oficial da seleção brasileira: "no final da campanha, todos os integrantes da equipe vencedora receberão R$ 3 mil em viagens. Os participantes do segundo e terceiro grupos receberão R$ 2 mil e R$ 1 mil, respectivamente", explicou.
Projeto contra roubo praticado por motociclistas (Código 510108313) Seguros via internet - Jorge Clapp - 13/06/2006 - Terça-feira Os seguradores estão de olho na tramitação do projeto de lei de autoria do deputado Renildo Calheiros (PCdoB-PE), que torna obrigatória a gravação nos capacetes dos motociclistas do número da carteira de habilitação (CNH) do condutor. Segundo o parlamentar, muitos bandidos passaram a utilizar motos para cometer crimes, beneficiando-se da possibilidade de uma fuga rápida e do fato de não poderem ser reconhecidos se estiverem usando capacete com viseira escura. A proposta estabelece que o motociclista sem a identificação poderá pagar multa de R$ 574,62, além da perda de sete pontos.
CVG-RJ completa 40 anos (Código 510108314) Seguros via internet - Jorge Clapp - 13/06/2006 - Terça-feira O CVG-RJ está completando 40 anos de criação. A diretoria do clube promoverá evento para comemorar a data no dia 29 de junho, com uma missa em ação de graças e homenagem aos fundadores e ao conselho consultivo. Segundo o presidente do CVG-RJ, Octávio Colbert Perissé, o clube se organizou, nessas quatro décadas, para oferecer ao mercado cursos de formação acessíveis e capazes de "dotar a mão-de-obra do setor com o que há de melhor e mais avançado em termos de conhecimento dos seguros de pessoas".
Cursos da Funenseg em Ribeirão Preto (Código 510108315) Seguros via internet - Jorge Clapp - 13/06/2006 - Terça-feira A Funenseg abriu inscrições para três cursos voltados para profissionais do mercado de seguros de Ribeirão Preto (SP): "Regulação e Liquidação de Sinistro - Segmento RE Massificados e Multirriscos", "Sindicância de Sinistro de Automóveis" e "Regulação e Liquidação de Sinistro de Automóveis". O primeiro curso faz parte do "Programa de Certificação Técnica" e é direcionado a profissionais responsáveis pela vistoria de sinistros, apuração de prejuízos decorrentes desses sinistros e pela emissão de relatórios e laudos de regulação. A inscrição custa R$ R$ 195,00. Já o curso "Sindicância de Sinistro de Automóveis", que custa R$ 255,00, fornece conhecimentos sobre os aspectos conceituais, operacionais e legais que envolvem o processo de sinistro da modalidade. No caso do curso de "Regulação e Liquidação de Sinistro de Automóveis" ( cuja inscrição custa R$ 235,00), é necessário ter dois anos de experiência nessa carteira ou ter concluído o curso básico de seguros da fundação. Mais informações podem ser obtidas pelo site www.funenseg.org.br.
Novo sistema para seguradoras (Código 510108316) Seguros via internet - Jorge Clapp - 13/06/2006 - Terça-feira A Marinho Despachantes criou mais uma ferramenta para agilizar o trabalho de seus clientes, incluindo as seguradoras. Trata-se da consulta on line de relatórios gerenciais, disponibilizados em todos os serviços oferecidos a pessoas jurídicas: sinistro, salvados, frotas e atendimento a bancos e financeiras. O sistema elimina a necessidade do envio de planilhas e tabelas para o acompanhamento da situação documental dos veículos regularizados pela empresa. É a consulta on line, feita diretamente pelo site www.marinhodespachantes.com.
Seguro para mulher atinge marca (Código 510108317) Seguros via internet - Jorge Clapp - 13/06/2006 - Terça-feira A Aliança do Brasil ultrapassou a marca de 320 mil apólices comercializadas do BB Seguro Vida Mulher, principal produto da seguradora: "esse seguro se firmou no mercado por oferecer exatamente o que a mulher moderna precisa", afirma o presidente da companhia, Luís Luz.
Ligações telefônicas pela internet (Código 510108319) Seguros via internet - 13/06/2006 - Terça-feira Primeiro a tecnologia surpreendeu o mundo inteiro com a chegada do computador. Depois foi a vez da internet, que colocou todas as pessoas diretamente ligadas no mundo digital definitivamente, através de uma rede de computadores de âmbito mundial, descentralizada e de acesso público, cujos principais serviços oferecidos são o correio eletrônico e a web.
Agora, a internet não está somente conectada ao computador de cada pessoa e empresa. A mais nova tecnologia é a utilização de "Voz sobre protocolo IP", popularmente conhecido como "Voip". Mas o que realmente significa essa nova palavra no dicionário da telefonia?
De acordo com Carlos da Silveira, da SulBrasilVoip, empresa responsável pela instalação da nova tecnologia em Francisco Beltrão, as ligações feitas via internet, ou seja, pelo Voip, são economicamente mais viáveis e a qualidade é tão boa quanto as ligações das demais operadoras. "Pode-se afirmar, com certeza, que as ligações interurbanas acabam custando de 50 a 80% menos do valor das ligações oriundas das operadoras de telefonia fixa do Brasil", ressalta Carlos.
Os serviços Voip podem ser usados por qualquer pessoa que tenha uma conexão em banda larga e um computador com configuração mínima de 128 megabytes de memória. Para diferenciar uma ligação Voip de uma ligação normal é preciso pensar no computador, isso porque é o aparelho que recebe e faz os interurbanos.
Porém, existe outra forma de conversação que não seja somente via computador e fone de ouvido (anexo ao pc). É possível também acoplar um fone ao sistema, dispensando a mediação do computador. Somando tudo, o investimento na tecnologia pode custar R$ 350.
Há dois meses em Francisco Beltrão, a SulBrasilVoip salienta que a nova tecnologia Voip, serviço de telefonia pela internet, é indicada preferencialmente às empresas que gastam acima de R$ 150 por mês em interurbanos: "Por enquanto, a tecnologia ainda não é tão rentável para ligações locais e de celular".
A grande diferença deste novo serviço é a redução de custos na hora de fazer uma ligação interurbana. Conforme explica Carlos, essa vantagem acaba deixando as pessoas interessadas em se adaptar ao novo modelo de telefonia pelo computador. "Das empresas que já visitamos em Francisco Beltrão podemos afirmar que 100% aderiram ao Voip e, melhor do que isso, a economia nos custos da telefonia interurbana é visível para todos. Empresas que gastavam até mil reais com ligações interurbanas podem economizar metade do preço. Além disso, quem ainda não conhece as ligações feitas pela internet estão à procura de informações e interessados em adquirir", comenta Carlos.
Além disso, o serviço é semelhante ao celular pré-pago. Conforme disse Carlos, não existe neste tipo de ligação a cobrança de uma mensalidade, mas sim, a aquisição de créditos para efetuar os serviços deste tipo de telefonia. "Quem estiver interessado em conhecer o serviço Voip de telefonia pela internet pode fazer contato com a SulBrasilVoip no telefone 3524 0151", recomenda.
Brasilveículos lucra R$ 28,8 milhões até abril (Código 510108329) Fenaseg On Line - 13/06/2006 - Terça-feira A BB Seguros/Brasilveículos obteve lucro líquido de R$ 28,8 milhões no primeiro quadrimestre de 2006. No mesmo período, a empresa arrecadou mais de R$ 340 milhões de reais em prêmios brutos, o que, segundo comunicado da empresa, representa aumento de 11,80% em relação a 2005. A nota revela ainda que as vendas pela internet cresceram de 14,99% em comparação ao meses de janeiro a abril de 2005.
Fenaseg: Diretor da Susep participa de reunião da Comissão de Ouvidoria (Código 510108330) Fenaseg On Line - 13/06/2006 - Terça-feira O diretor da Susep, João Marcelo Máximo dos Santos, e sua assessora, Solange Dias, confirmaram presença na próxima reunião da Comissão de Ouvidoria da Fenaseg, que acontece no dia 20 de junho, às 14h. Eles aceitaram convite feito pelo presidente da Comissão, Mário Rossi, e apresentarão os procedimentos a serem seguidos pelos ouvidores junto à Susep.
Participação no PIB chegará a 3,1%, sem o ramo saúde (Código 510108318) Seguros via internet - Jorge Clapp - 13/06/2006 - Terça-feira A partir de agora, a Susep vai incluir nos seus relatórios mensais de acompanhamento do mercado a projeção de participação do mercado no PIB brasileiro. A novidade já consta do relatório referente ao mês de junho, no qual a autarquia prevê que o faturamento do setor deverá corresponder a 3,1% do produto interno bruto, pouco acima dos 2,9% apurados em 2005. O relatório não engloba apenas o seguro saúde, hoje sob a jurisdição da ANS, a Agência Nacional de Saúde Suplementar.
No encerramento do exercício, a fatia correspondente especificamente ao seguro (sem o ramo saúde) no PIB será de 2,4%, pouco acima do percentual apurado em 2005: 2,2%.
Ainda de acordo com a Susep, a participação dos ramos tradicionais passará de 1,6% para 1,7% entre os dois períodos comparados, enquanto a do VGBL ficará praticamente estável, com ligeira variação, de 0,6% para 0,7%.
Já a fatia correspondente ao ramo de previdência aberta deverá permanecer na faixa de 0,4%. O único segmento que deverá ter reduzida sua participação no PIB é a capitalização, cuja fatia, pela projeção da Susep, baixará de 0,4% para 0,3%.
Certificação digital ganha força na web (Código 510108320) Gazeta Mercantil - 13/06/2006 - Terça-feira Os certificados digitais, mecanismo que tem a missão de reconhecer o internauta que está por trás da tela, começa a se popularizar no País. Os escritórios de advocacia são os mais novos usuários do sistema que bancos e autarquias federais e estaduais já usam há bastante tempo. Na Receita Federal, por exemplo, com e-CPF é possível acompanhar o andamento do Imposto de Renda da pessoa física ou Jurídica.
Segurança jurídica ganha força na web (Código 510108321) Gazeta Mercantil - Wallace Nunes - 13/06/2006 - Terça-feira A certificação digital, instrumento de identificação no qual a pessoa física ou jurídica precisa comprovar a legitimidade de algum tipo de transação ou serviço -financeiro ou comercial - via internet, está a cada dia ganhando força nos governos estaduais, instituições federais, bancos e recentemente escritórios de advocacia.
Na prática, o mecanismo tem a missão de reconhecer o internauta que está por trás da tela. "Tudo isso nada mais é do que uma carteira de identidade para o mundo virtual. Um documento concebido eletronicamente que tem a missão de assegurar a identidade e as informações transmitidas por determinado usuário", explica Marcos Nader, empresário e diretor do Comprova.Com, companhia especializada na emissão de um selo que comprova oficialmente a hora em que um documento foi enviado e recebido. Com sua emissão, é possível transformar documentos eletrônicos em documentos juridicamente fortes e seguros.
Mas o negócio, que ganhou força no campo jurídico, não pára por ai. O acesso a serviços que anteriormente eram impossíveis de serem realizados, por conta da falta de segurança, no mundo virtual já podem ser feitos com a certificação digital. Há algum tempo, a segurança virtual ganhou junto a bancos e governos estaduais e federais.
Com a certificação digital o contribuinte pode consultar a base de dados da Receita Federal e requerer informações sobre Imposto de Renda, como resultado do processamento de suas declarações. "A tecnologia está eliminado papéis e agilizando serviços", ressalta Paulo Kulikovsky, diretor da Certsign, uma maiores companhias de certificação digital.
O executivo da empresa conta que a certificação digital existe desde o final do século passado, mas ganhou força e popularidade a partir da chegada de grandes "players" no mercado. "O governo federal e todos os principais bancos do País possuem esse sistema. Com isso muitas empresas e escritórios de advocacia estão aderindo ao serviço", diz Paulo Kulikovsky.
Existe do mercado desde 1996, a Certsign registra um grande número de clientes e não pára de crescer. "Em 2005 faturamos R$ 15 milhões e para este ano esperamos dobrar nosso faturamento", ressalta o executivo.
Fábio Pereira Ribeiro, diretor-presidente da DOCS Inteligência Fiscal, destaca que o sistema como segurança jurídica é muito importante. "O sistema serviço Receita 222 é uma importante ferramenta e faz exatemamente o que se pede, mas ainda causa problemas e precisa ser aperfeiçoado. Mas como dispositivo de segurança jurídica é perfeito", explica Fábio Ribeiro.
Previdência complementar aberta cresce 26% (Código 510108323) Valor Econômico - 13/06/2006 - Terça-feira O volume de recursos no sistema de previdência complementar aberta atingiu R$ 82,168 bilhões em abril, com crescimento de 26,02% no primeiro quadrimestre do ano ante igual período de 2005. Quando incluídos os recursos das seguradoras, a carteira total sobe a R$ 86,6 bilhões, com variação de 25,87%, segundo informou a Associação Nacional da Previdência Privada (Anapp).
O sistema de previdência acumula 7,591 milhões de planos individuais até abril, um aumento de 10,63% sobre o estoque de 6,862 milhões que apresentava em abril do ano passado.
A captação cresceu 23,28% de janeiro a abril, atingindo R$ 6,47 bilhões. Somente em abril os novos depósitos somaram R$ 1,5 bilhão, alta de 13% em relação ao mesmo mês de 2005. Os planos Vida Gerador de Benefícios Livres (VGBL) registraram captação de R$ 4 bilhões no quadrimestre, alta de 50% e continuam a liderar as aplicações, com saldo equivalente a 39% dos depósitos totais.
A Anapp informou ainda que o melhor desempenho do quadrimestre ficou com os planos individuais, com crescimento de 30,43% na captação que atingiu R$ 5,5 bilhões no período. Crescem na indústria os planos voltados para menores de idade. A variação no quadrimestre foi positiva em 8%, com ingresso de R$ 236,2 milhões.
A Bradesco Vida e Previdência lidera o ranking de captação, com 36% do volume global, seguida pela Itaú Vida e Previdência com 17% e a Brasilprev com 11%.
Anapp: Previdência cresce 23% no quadrimestre, para R$ 6,4 bi (Código 510108326) Fenaseg On Line - 13/06/2006 - Terça-feira O volume de novos depósitos no sistema de previdência complementar aberta cresceu 23,18% no primeiro quadrimestre do ano, chegando a R$ 6,470 bilhões no período. Somente no mês de abril, as captações cresceram 13% na comparação com abril de 2005, totalizando R$ 1,5 bilhão, segundo dados divulgados pela Anapp (Associação Nacional da Previdência Privada). O VGBL captou R$ 4 bilhões de recursos entre janeiro e abril, com crescimento de 50% em relação ao volume de recursos captados no mesmo período de 2005, que somou R$ 2,7 bilhões. Em seguida, vem o PGBL, que apresentou captação de R$ 1,4 bilhão, o que representou uma alta de 6,86% em relação ao mesmo período de 2005. E, por fim, os planos tradicionais captaram R$ 1 bilhão, com queda de 17,42% contra o volume arrecadado entre janeiro e abril de 2005, que somou R$ 1,2 bilhão. Com esta performance, o VGBL mantém a liderança do ranking de novos depósitos, com 62% das captações, seguido pelo PGBL (22%) e planos tradicionais (16%).
Anapp: Plano individual registrou alta de 30,43% (Código 510108327) Fenaseg On Line - 13/06/2006 - Terça-feira A pesquisa da Anapp também revela que, nos quatro primeiros meses de 2006, o melhor desempenho ficou com os planos individuais, que tiveram crescimento de 30,43% passando de R$ 3,9 bilhões para R$ 5,5 bilhões entre o primeiro quadrimestre de 2005 e o primeiro quadrimestre de 2006. Na seqüência, houve um empate entre os planos corporativos e os voltados para menores de idade, que registraram um crescimento de 8% no volume de novos depósitos. Quanto aos planos para menores de idade, enquanto entre janeiro e abril de 2005 ingressaram no sistema R$ 218,9 milhões, no mesmo período de 2006 esse número saltou para R$ 236,2 milhões. Entre os planos corporativos, no primeiro quadrimestre de 2005 a captação de novos recursos passou de R$ 1 bilhão para R$ 1,2 bilhão registrado no primeiro quadrimestre deste ano.
Anapp: Reservas de previdência chegam a R$ 82 bilhões no quadrimestre (Código 510108328) Fenaseg On Line - 13/06/2006 - Terça-feira O volume de recursos depositados em planos de previdência até abril de 2006 registrou um crescimento de 26,02% na comparação com o mesmo período do ano anterior, somando R$ 82,168 bilhões, diz a pesquisa da Anapp. O VGBL detém a maioria das reservas, com 39% do total de depósitos, seguido pelos planos tradicionais, com 32% do total, o PGBL, com 28% e o Fapi, com 1%. Em relação à carteira de investimentos -que inclui as reservas técnicas, as reservas livres, o capital de seguradoras e outros valores - o mercado de previdência complementar cresceu 25,87% no primeiro quadrimestre do ano na comparação com o mesmo período do ano anterior. Com isso, a carteira do setor acumulou R$ 86,6 bilhões. No período, a carteira de investimentos do setor ficou dividida da seguinte forma: os planos tradicionais e o VGBL empataram no ranking, com uma contribuição de 36% cada. O PGBL vem na seqüência, com 27% do total. O Fapi completa a equação, com 1% do volume da carteira.
Novos depósitos somam R$ 6,4 bi no
(Código 510108331) Jornal do Brasil - 13/06/2006 - Terça-feira