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Notícias publicadas no dia 12/06/2006 - Segunda-feira
Unibanco AIG fica com os seguros da Petrobras (Código 510108296) Valor Econômico - pág. C10 - Altamiro Silva Júnior e Janes Rocha - 12/06/2006 - Segunda-feira A seguradora Unibanco AIG ganhou a licitação da Petrobras e fará os principais seguros da estatal, informa Ney Dias, diretor executivo responsável pela parte de risco industrial da seguradora. Os ativos segurados são avaliados em US$ 46 bilhões.
O contrato envolve quatro apólices: riscos operacionais (as refinarias e plataformas), riscos de petróleo (incluem as plataformas marítimas), transporte de carga nacional e internacional e Responsabilidade Civil (RC), que cobre os riscos de danos que a estatal possa causar a terceiros.
A importância segurada de RC é de US$ 200 milhões. A apólice de RC já estava com a Unibanco AIG no ano passado e foi renovada. Já as outras estavam com outras seguradoras do mercado, como a Bradesco Seguros e a SulAmérica.
O prêmio total que a Petrobras vai desembolsar pelo contrato anual é de US$ 43 milhões. O valor é praticamente igual ao contrato do ano passado. Mas Dias avalia que a empresa fez um bom negócio, porque a tendência era que ela desembolsasse muito mais. Por conta dos furacões que atingiram a costa dos Estados Unidos, incluindo o Katrina, que arrastou e afundou plataformas de petróleo americanas no Golfo do México, causando grandes perdas para o mercado segurador e ressegurador internacional, as taxas dos seguros do segmento subiram. Como a Petrobras está em uma área não sujeita a catástrofes deste tipo, a estatal acabou conseguindo melhores taxas. "A tendência era ter um aumento. Só de ter mantido o preço, já é uma conquista (para a estatal)", disse Ney Dias.
Além disso, o aumento das taxas de juros nos Estados Unidos desviou recursos dos investidores e das próprias resseguradoras para os títulos públicos americanos, diminuindo a capacidade de retenção do mercado ressegurador. "O dinheiro fica mais caro", avalia.
O contrato envolve só as operações domésticas da Petrobras. Toda a atividade internacional da petroleira é segurada no exterior, inclusive as refinarias que pertenciam à estatal e foram nacionalizadas na Bolívia.
No contrato da Unibanco AIG, a apólice de transportes se divide em quatro outras e cobre até o limite de US$ 100 milhões para cada embarque de carga da Petrobras. No total, a estatal deve movimentar US$ 84 bilhões em cargas nos próximos 12 meses.
Já a apólice de risco operacionais envolve a cobertura de risco de US$ 1 bilhão off-shore (que para a estatal são as plataformas marítimas) e US$ 600 milhões on-shore (as refinarias localizadas em solo brasileiro).
Toda a operação foi coordenada pela própria Petrobras, com assessoria da corretora Willys. Usando a possibilidade da Circular 11, do IRB - Brasil Re, a estatal que detém o monopólio do resseguro no país, a própria Petrobras levantou as cotações e negociou o contrato com as resseguradoras internacionais.
Com a operação aprovada pelo IRB, a empresa abriu a licitação para o mercado interno, que ficou com 30% do risco (no caso das plataformas). O restante foi colocado lá fora. No caso dos transportes marítimos de carga, foi o inverso: 80% do risco ficou aqui.
A AIG tem 20% do mercado de grandes riscos no Brasil, a líder do mercado. Com o contrato da Petrobras, a expectativa é aumentar ainda mais a participação.
Sindicato consegue reduzir imposto para corretor (Código 510108287) Centro de Qualificação do Corretor de Seguros - CQCS - 11/06/2006 - Domingo Boa notícia para os corretores de seguros pernambucanos. O prefeito do Recife, João Paulo Lima e Silva, encaminhou para a Câmara de Vereadores projeto de lei que reduz de 5% para 2% a alíquota do ISS incidente sobre o faturamento das empresas corretoras de seguros do município.
Essa conquista é conseqüência das negociações feitas entre o Sincor-PE, representantes da Prefeitura e do Poder Legislativo: "agradecemos, em especial, o empenho do vereador Carlos Gueiros, que intermediou a questão junto ao prefeito João Paulo, e ao ex-presidente do Sincor, Bertier Cândido, que também lutou muito por esta redução, na sua gestão à frente do sindicato", afirmou o presidente do Sincor-PE, Carlos Alberto Valle.
De acordo com a proposta, a redução será concedida, mas, ao final de seis anos, a arrecadação do ISS deverá ter retornado ao patamar anterior à sua promulgação, ou seja, ao mesmo valor arrecadado em 2005. É que no início, ocorrerá uma perda de arrecadação do ISS, conseqüente da sua queda para 40% do valor até então arrecadado. Para que tal redução não implique em violação da Lei de Responsabilidade Fiscal, por parte da Prefeitura, é necessário que haja uma compensação: mas, essa compensação deverá ocorrer à médio prazo, com o retorno das empresas corretoras que se transferiram do Recife para municípios vizinhos, em busca de uma menor taxa do ISS e, também, pela abertura de novas empresas, resultantes da passagem de pessoas físicas para jurídicas", explicou Carlos Valle.
Otimista, ele prevê que tal compensação ocorra bem antes do prazo concedido: "acreditamos que, nos próximos anos, haverá um aumento de arrecadação no setor, até mesmo pelo crescimento vegetativo da produção de seguros na cidade e pela implantação das novas indústrias no Estado, com reflexos no volume da corretagem de seguros no município", acrescentou o presidente do Sincor-PE.
Para ele, o mais importante, no momento, é o engajamento de toda a categoria nesse movimento, especialmente através do retorno a Recife dos corretores que procuraram outros municípios pernambucanos em busca de alíquotas menores do ISS: essa é a única maneira de mantermos o benefício conseguido", advertiu Valle.
Ele anunciou ainda que o Sincor-PE já está mantendo entendimentos com a Fenacor para que aqueles que retornarem ao Recife, nos três primeiros meses após a vigência da Lei, sejam dispensados de qualquer taxa cobrada pela federação.
Tokio Marine Seguradora invade Montes Claros (Código 510108288) Centro de Qualificação do Corretor de Seguros - CQCS - 11/06/2006 - Domingo A Tokio Marine Seguradora é uma das participantes do Fórum de Debates para os Corretores de Seguros de Minas Gerais, que começou ontem (8), em Montes Claros. Promovido pelo Sincor/MG e patrocinado pela Tokio Marine, o objetivo do evento é debater necessidades relativas à evolução do mercado segurador mineiro.
Dentre os assuntos que serão expostos em dois dias (8 e 9) estão produtos, serviços, mecanismos de ampliação do mercado mineiro e propostas de melhoria de relacionamento corretor-seguradora. Augusto Matos, diretor da Tokio Marine em Minas Gerais, relata: No caso específico da nossa seguradora, a intenção é fazer com que os corretores presentes entendam a nossa empresa e conheçam como estamos estruturados para atender pessoas físicas e jurídicas.
Audiência Pública sobre seguro de fiança locatícia (Código 510108289) Seguros via internet - Redação - 12/06/2006 - Segunda-feira A SUSEP decidiu colocar em audiência pública minuta das condições contratuais padronizadasdo seguro de fiança locatícia.
Os interessados poderão encaminhar, até o dia 1º de agosto de 2006, suas sugestões e comentários, por meio de mensagem eletrônica dirigida ao endereço coleg@susep.gov.br, devendo tomar como referência o documento específico disponível na página da SUSEP na internet (www.susep.gov.br).
A minuta das condições padronizadas está disponível na página da SUSEP.
Seguros (Código 510108290) Seguros via internet - 12/06/2006 - Segunda-feira Cerca de 64% das pequenas e médias empresas preferem contratar seguros com corretores a fazê-lo em bancos ou diretamente com as seguradoras, segundo pesquisa da Ábaco para o Sindicato dos Corretores de Seguros do Estado de SP. Segundo o estudo, feito com cem empresas de São Paulo, 81% têm seguro-saúde, 76%, seguro empresarial, 57% têm seguro de vida coletivo, e 56%, de frota de veículos.
As coberturas que garantem a Copa (Código 510108292) Gazeta Mercantil - pág. B2 - Redação - 12/06/2006 - Segunda-feira A Copa do Mundo de Futebol de 2006 é um dos maiores eventos esportivos do globo. Milhões de pessoas em todo o mundo assistem entusiasmadas aos jogos pela TV, ou mesmo acompanham os eventos pela internet. E jamais imaginam todo o trabalho de bastidores: logística, medidas de segurança, suporte nos diferentes locais para os torcedores e o seguro do evento que - para a Copa de 2006 - representa um desafio considerável.
Em uma entrevista no site da Swiss Re, Peter Luck, diretor de Subscrição de Riscos Especiais da resseguradora, explica que a Copa é coberta por várias apólices. "Muitos fatores devem ser levados em conta para fazer uma análise abrangente dos riscos - particularmente quando o tempo para uma avaliação exaustiva dos riscos é precioso", diz.
Para um campeonato mundial, o levantamento do risco começa com três ou quatro anos de antecedência. A companhia de seguros começa analisando o público alvo, os organizadores e as organizações que estão por trás deles, juntamente com o caráter, o período e as dimensões do evento. Além disso, deve ser avaliada a possibilidade de adiamentos e cancelamentos. Fatores externos que influem nos eventos esportivos, como mudanças de tempo ou ameaças de catástrofes naturais foram levados em conta na avaliação dos riscos, assim como a probabilidade de ataques terroristas ou de riscos políticos internos. Cada um destes riscos varia de forma extraordinária, dependendo do caráter e da localização do evento.
A Swiss Re é uma resseguradora de peso na Copa e desempenhou um papel importante para apoiar os vários consórcios de companhias que participam da cobertura do evento. A resseguradora já cobriu muitos dos maiores eventos esportivos de alto nível no passado: Olimpíadas, os principais torneios de tênis, os chamados Grand-Slams, Copas do Mundo de Rugby, e Copas do Mundo de Futebol no mundo. "Quando analisam a cobertura de um evento esportivo de alto nível, nossos especialistas sempre consideram os diversos fatores envolvidos, como por exemplo, se os eventos se realizam no verão ou no inverno, perigos naturais que predominam na região, panorama político e se há apenas organizadores locais ou se está envolvida também uma organização totalmente abrangente", disse.
Os organizadores locais e a FIFA adquiriram proteção. As coberturas variam desde proteção contra o risco de ataque terrorista ou o cancelamento devido a qualquer outra razão. Também precisam ser cobertos riscos mais tradicionais, como a responsabilidade civil dos organizadores. Os organizadores alemães adquiriram de um pool de seguradoras uma cobertura em caso de adiamento para 2007 e cancelamento total/abandono, no valor de aproximadamente 150 milhões (US$192 milhões).
Outra cobertura de risco foi adquirida para cobrir danos no montante de até 140 milhões (US$ 179 milhões) contra acidentes, indenizando torcedores no caso de morte ou invalidez. A FIFA em 2003 emitiu um título contra catástrofe no valor equivalente a US$ 260 milhões para cobrir o risco de cancelamento da Copa do Mundo 2006 na Alemanha. O título cobre a receita com marketing que a FIFA teria que repor caso os jogos fossem cancelados, devido a catástrofes naturais e atos terroristas.
Para grandes eventos esportivos como os Jogos Olímpicos ou a Copa, uma significativa fatia da receita é gerada pelos direitos televisivos de transmissão. Atualmente o valor desses direitos pode alcançar uma cifra superior a 2 bilhões de francos suíços (US$ 1,64 bilhão), sem dúvida uma soma que precisa ser segurada. Entretanto, devido à capacidade muito limitada disponível nos mercados de seguros e resseguros, os organizadores e federações locais em geral apenas cobrem parte de seus riscos em bases de primeiras perdas. Mesmo hoje em dia, a capacidade máxima disponível é de apenas cerca de um terço a 50% dos direitos totais para a televisão.
Desde 11 de setembro de 2001, o terrorismo se tornou o aspecto de risco mais intensamente discutido em relação aos grandes eventos esportivos. Desde os acontecimentos das Olimpíadas de Verão de 1972 em Munique, o terrorismo passou a fazer significativamente parte dos parâmetros de acesso de risco para os Jogos Olímpicos e similares. "Todo esforço possível atualmente é feito para evitar a repetição de atentados terroristas. Entretanto, um agente de seguros especiais está sempre atento sobre a possibilidade de um atentado durante um evento esportivo", diz o especialista da Swiss Re.
Seguro rural poderá estar disponível em julho (Código 510108293) Gazeta Mercantil - pág. B12 - Viviane Monteiro - 12/06/2006 - Segunda-feira O seguro rural brasileiro para a safra 2006/07 deve entrar em operação no próximo mês, garante Geraldo Mafra, coordenador de Seguro Rural do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa). O seguro depende de resoluções que serão aplicadas ao programa, mas acredita-se que elas serão aprovadas Comitê Gestor do Seguro Rural até o final deste mês. Para este ano, o governo irá subsidiar o prêmio do seguro em R$ 42,6 milhões, valor superior aos R$ 2,3 milhões aplicados no ano passado. Neste ano, o agricultor poderá aproveitar melhor a ferramenta, já que a expectativa é de que o seguro esteja nas ruas a partir do próximo mês.
No ano passado, os recursos só foram liberados tarde demais, em novembro. "No ano passado o ressegurador teve dificuldade em aprovar os limites de capacidade das seguradoras e, por isso, a documentação das empresas só foi habilitada na segunda quinzena de novembro", disse. Mafra - que é responsável pelas resoluções que definem os critérios a serem aplicados no programas - espera que até o final deste mês as novas resoluções estejam aprovadas pelo Comitê Gestor do Seguro Rural.
Do total de seis empresas que operam no mercado, cinco já estão em processo de habilitação: Aliança do Brasil, Mapfre Seguros, AGF Seguros, Seguradora Brasileira Rural e Minas Brasil. Ele disse que o governo fez uma série de mudanças no seguro rural para dar mais estabilidade à renda do agricultor. "A intenção é universalizar o seguro. É muito melhor para o governo promover o seguro do que fazer renegociação de dívida, o que tem impacto muito maior (nas contas) e gera desgastes políticos muito grandes".
Entre as novidades do programa está a ampliação das opções de seguro para as áreas pecuária, florestal e aqüícola, que não eram incluídas nas subvenções do governo. Sem detalhar as novas modalidades, o coordenador informou que todos os produtos das seguradoras habilitadas serão subsidiados pelo governo.
O ministério estendeu também a subvenção a mais de 35 novas culturas. Até o ano passado, apenas oito culturas eram beneficiadas pelo seguro agrícola. Uma outra novidade é o aumento de 15% do limite de crédito das linhas oficiais para quem contratar o seguro. O valor do prêmio do seguro pode ser agregado ao custeio.
Risco calculado (Código 510108294) Valor Econômico - Danilo Fariello - 12/06/2006 - Segunda-feira Os planos de previdência atravessaram maio com relativa calma, mês em que houve forte reversão do cenário do mercado financeiro. As carteiras mais agressivas, com ações, tiveram, na média, perda inferior à dos fundos de ações ou multimercados mais agressivos. Enquanto o Índice Bovespa (Ibovespa) recuou 9,50%, os fundos balanceados, que aplicam até 49% do patrimônio em ações, caíram 1,47%, segundo estudo do site Fortuna. Nos últimos 12 meses, o desempenho dos planos mais agressivos é de 21,69%, superior ao retorno médio na renda fixa, de 17,40%. No período, o Certificado de Depósito Interfinanceiro (CDI), índice de referência da renda fixa, avançou 18,19% e o Ibovespa subiu 44,92%.
O ganho dos Planos Geradores de Benefícios Livres (PGBLs) e Vida Gerador de Benefícios Livres (VGBLs) em um único mês, no entanto, reflete pouco desses fundos, que precisam ser observados como investimento de logo prazo, pois costumam buscar retorno em períodos acima de dez anos. Maio serviu, porém, para revelar aos participantes que os planos de previdência agressivos são menos voláteis que os fundos de ações ou multimercados. "Os investidores que procuram a previdência privada e os próprios gestores costumam ter um perfil bastante conservador", diz Marco Antonio Rossi, vice-presidente da Associação Nacional da Previdência Privada (Anapp) e presidente da Bradesco Vida e Previdência.
Enquanto o índice de volatilidade do Ibovespa é de 24%, considerados os últimos 12 meses, a oscilação dos planos balanceados de previdência é de 5,28%, calcula Marcelo D'Agosto, sócio do Fortuna. "Isso ocorre porque, em média, apenas 20% dos recursos aplicados nos fundos balanceados estão realmente aplicados em ações", diz.
Embora a Superintendência Nacional de Seguros Privados (Susep) determine que o limite aplicado em ações seja de 49% do patrimônio no caso dos planos balanceados, as seguradoras costumam elaborar carteiras com limites próprios, de 15% ou 30% em bolsa. Juvêncio Braga, diretor da Caixa Vida e Previdência, diz que, mesmo em fundos com limites inferiores aos 49% em ações, os gestores não aplicam até o teto na maior parte do tempo, para não assumir muitos riscos e ficar expostos demais ao vaivém do mercado.
José Roberto Marmo Loureiro, presidente da MetLife no Brasil, explica que os administradores de planos balanceados também costumam impor rígidas restrições aos gestores das carteiras de ações, como limites para concentração, setores e tipos de papéis. "A imagem da previdência privada ainda está em fase de construção no país, portanto, não há tanto espaço para riscos", diz Loureiro. Para ele, é recente a preocupação dos investidores com o desempenho dos fundos em que os planos de previdência aplicam. Até pouco tempo atrás, a maior parte dos participantes tinha como meta apenas o incentivo fiscal de abater até 20% da renda tributada em VGBLs.
Apesar de a rentabilidade dos planos balanceados ser superior à da renda fixa nos últimos meses, ainda é maciça a procura dos investidores por carteiras mais conservadoras, diz Braga, da Caixa. Neste ano, os planos de renda fixa captaram, até maio, R$ 2,6 bilhões, segundo o Fortuna. Já os planos balanceados receberam R$ 261 milhões. Em patrimônio, os renda fixa têm R$ 52,9 bilhões e os balanceados, R$ 2,4 bilhões.
Embora a volatilidade dos planos balanceados seja inferior à dos fundos de ações ou multimercados, o contrário ocorre entre os planos de previdência de renda fixa em comparação com os fundos de renda fixa e DI. Isso ocorre porque na previdência o gestor pode investir em papéis de mais longo prazo, dado que o objetivo de retorno dos investidores está mais distante. Esses papéis mais longos costumam ter maior oscilação. "Mas os investidores, e por conseqüência os gestores, também se preocupam com isso e procuram proteger a carteira contra fortes oscilações no curto prazo", diz Marcelo Silva, superintendente executivo de renda fixa da Bradesco Asset Management (Bram). Apesar de poderem apresentar maior volatilidade que os fundos de renda fixa tradicionais, os planos de renda fixa oscilam muito menos do que os balanceados.
Sob gestão da Bram, os planos de previdência do Bradesco ocuparam diversas posições entre os mais rentáveis de maio na categoria renda fixa. "Colocamos quase a totalidade dos nossos recursos em papéis pós-fixados", conta Silva. Os títulos prefixados se depreciaram nesse período e levaram alguns planos do mercado a perder rentabilidade. Na média, os planos de renda fixa renderam 1,15% em maio, enquanto o CDI subiu 1,28%.
Conforme aumente a preocupação dos investidores com a rentabilidade dos planos, os balanceados tendem a ganhar mais espaço no mercado, diz o diretor da Caixa Vida e Previdência. "Cada participante deve avaliar sua disponibilidade em correr riscos", diz o executivo. "Em geral, essa propensão a risco pode ser mais elevada do que a média atual, considerando-se um investimentos de longo prazo, como é o caso da previdência privada."
Seguros em Angola (Código 510108295) Valor Econômico - pág. C1 - 12/06/2006 - Segunda-feira O Brasil está exportando para Angola a sua tecnologia de ensino na área de seguros, previdência aberta e capitalização. A Escola Nacional de Seguros (Funenseg) faz este mês dois cursos na Empresa Nacional de Seguros e Resseguros de Angola (Ensa). Um deles é sobre o seguro de automóvel.
Mercado faturou 24,3% a mais até abril, segundo a Susep (Código 510108297) Seguros via internet - Jorge Clapp - 12/06/2006 - Segunda-feira Dados da Susep indicam que, de janeiro a abril, o mercado gerou receita da ordem de R$ 15,6 bilhões, o que representa um crescimento de 24,3% em relação ao mesmo período, no ano passado. A autarquia apurou ainda que, em termos de prêmios efetivamente ganhos pelas seguradoras, que somaram R$ 9,1 bilhões no primeiro quadrimestre, 16% a mais do que nos quatro primeiros meses de 2005. A pesquisa não engloba dados do ramo saúde, que está sob a jurisdição da ANS, a Agência Nacional de Saúde Suplementar.
Ainda de acordo com a Susep, as despesas comerciais, que englobam basicamente as comissões de corretagem, atingiram o patamar de R$ 1,8 bilhão no acumulado de janeiro a abril. Esse montante é 23,5% maior que a soma registrada no primeiro quadrimestre do exercício passado.
A taxa média de sinistralidade do mercado passou de 58% em abril do ano passado para 55% no mesmo mês, no atual exercício.
Pesquisa aponta salto expressivo da receita (Código 510108298) Seguros via internet - Jorge Clapp - 12/06/2006 - Segunda-feira Segundo a Fenaseg, o faturamento do mercado acumulado de janeiro a março deste ano - cerca de R$ 14,3 bilhões - ficou acima do montante apurado em todo o exercício de 1995 (R$ 12,9 bilhões) e chegou perto da soma registrado em 1996 (R$ 15,1 bilhões). Em relação ao primeiro trimestre do ano passado, houve crescimento de 24,9%.
Sascar planeja crescer 50% (Código 510108300) Seguros via internet - Jorge Clapp - 12/06/2006 - Segunda-feira A Sascar, especialista em dispositivos de segurança veicular e monitoramento de frotas com tecnologia celular, deve fechar 2006 com um faturamento de R$ 120 milhões, 50% a mais que no ano anterior. As vendas da empresa estão sendo impulsionadas pelos equipamentos e serviços de monitoramento e gerenciamento de frotas e cargas, que já representam 18% do faturamento. Com produtos homologados por várias seguradoras (Bradesco, HSBC, Unibanco, SulAmérica e Itaú), desde o início de sua atuação, a Sascar mantém contratos com transportadoras de combustíveis e parcerias com gerenciadoras de risco, como Rodobens e Consult.
Seguro para funcionários (Código 510108301) Seguros via internet - 12/06/2006 - Segunda-feira De acordo com a legislação brasileira, todo condomínio é obrigado a fazer seguro de vida para seus funcionários. Mas essa apólice pode ser formatada e personalizada de acordo com as necessidades de cada edificação, bem como com os contratos coletivos da categoria de cada região do país. Pensando nisso, a Marítima Seguros lançou um novo seguro de vida desenvolvido para funcionários de condomínios em plena atividade profissional e sem doenças ou lesões pré-existentes. As apólices são simplificadas e cada estado onde a empresa atua tem um pacote de serviços diferenciado.
Aumento do capital social da QBE (Código 510108302) Seguros via internet - Jorge Clapp - 12/06/2006 - Segunda-feira A Susep homologou, através da Portaria 552/06, as deliberações aprovadas pelos acionistas da QBE Brasil Seguros, incluindo o aumento do capital social da empresa de R$ 22,1 milhões para R$ 24,5 milhões
Resseguro I (Código 510108303) Fenaseg On Line - 12/06/2006 - Segunda-feira A Fenaseg, em parceria com a Funenseg vai oferecer, em Brasília, a exemplo do que já aconteceu, com sucesso, no Rio de Janeiro e em São Paulo, o curso sobre Princípios Técnicos de Resseguro. O evento será gratuito e terá carga horária de 18 horas, distribuído em seis dias, sempre às segundas (tarde) e terças (manhã): 14, 15, 21, 22, 28, 29 de agosto. Os participantes que assistirem a 75% das aulas receberão o certificado da Funenseg. Em breve a Fenaseg informará o local do curso e como se inscrever.
Resseguro II (Código 510108304) Fenaseg On Line - 12/06/2006 - Segunda-feira Dois cursos sobre resseguro serão oferecidos nos Estados Unidos no mês de julho. Eles tratam da complexa e especializada arte de construir e negociar as condições de resseguro adequadas à necessidade de proteção de cada seguradora. O primeiro tem como tema Re Contracts The Art of Designing Reinsurance Contracts and Programs. O curso acontece de 18 a 21 de julho, em New York USA e outras informações podem ser obtidas através do site: http://community.reinsurance.org/StaticContent/Meetings/recontracts.htm. Já o segundo acontecerá de 25 a 28 de julho, 2006, em New Jersey - USA e tem como tema insurance and Contract Wording. Para este último as informações podem ser obtidas na página: http://strainpublishinginc.com/seminar/index.html
Mapfre oferece guinchos com proteção (Código 510108305) Fenaseg On Line - 09/06/2006 - Sexta-feira A Mapfre Seguros está oferecendo aos seus clientes uma nova forma de transportar os veículos atendidos. A partir de agora, eles terão à disposição seis novos guinchos modelo sider (estilo baú). Por enquanto, os guinchos estarão disponíveis na capital paulista. Utilizado por montadoras para transportar secretamente automóveis ainda não disponíveis no mercado, os guinchos sider protegerão o carro do segurado contra chuvas, poeira ou atos de vandalismo, e ainda garantirão a privacidade do cliente, que não terá seu carro exposto pelas ruas de São Paulo. Recobertos por adesivos reflexivos que podem ser visualizados a longas distâncias, os reboques proporcionarão também mais segurança na hora do socorro, diminuindo, segundo comunicado da empresa, consideravelmente os riscos de colisão com demais veículos. Segundo o vice-presidente da área de Automóveis da Mapfre Seguros, Jabis de Mendonça, aos guinchos especiais serão somados outros seis tradicionais (de plataforma), para reforçar a infra-estrutura de atendimento na Grande São Paulo. "Além de se tornar a única seguradora brasileira a oferecer proteção até no momento do transporte dos veículos de qualquer segurado, sem distinção, a chegada dos novos guinchos refletirá na qualidade dos serviços prestados, reduzindo a níveis ainda menores o tempo médio de espera para assistência em casos de sinistros", explica. Os guinchos utilizarão tecnologia de localização via GPS com sistemas de mapas digitais e "roteirização" de trajetos.
Inovação para atrair clientes
(Código 510108306) Jornal do Brasil - pág. A29 - Denise Bueno - 11/06/2006 - Domingo
Novo seguro chega ao mercado
(Código 510108307) Jornal do Brasil - pág. A18 - Marcelo Kischinhevsky - 12/06/2006 - Segunda-feira
IRB reconhece falhas em contrato
(Código 510108310) Jornal do Brasil - pág. A17 - Sabrina Lorenzi - 10/06/2006 - Sábado
Previdência (Código 510108291) Seguros via internet - 12/06/2006 - Segunda-feira O volume de novos depósitos no sistema de previdência complementar aberta cresceu 23,18% no primeiro quadrimestre do ano, chegando a R$ 6,47 bilhões, segundo a Associação Nacional da Previdência Privada. Em abril, as captações cresceram 13% com relação ao mesmo período de 2005, totalizando R$ 1,5 bilhão. O VGBL cresceu 50%, e o PGBL, 6,86%, em relação ao mesmo período de 2005.